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Como governo Trump esvaziou resolução da ONU contra estupro em guerras

A oposição do presidente americano, Donald Trump, à legalização do aborto levou ao esvaziamento de uma resolução das Nações Unidas contra o uso de violência sexual como arma de guerra.
BBC News Brasil

Os Estados Unidos retiraram todas as referências a "saúde sexual e reprodutiva" do texto, o que, na prática, reduz o peso da resolução. O documento havia sido submetido pela Alemanha ao Conselho de Segurança da ONU. Estados Unidos, China e Rússia ameaçaram vetá-lo, se fosse mantida a redação original.

O governo Trump se opôs às menções à "saúde sexual e reprodutiva" das mulheres, com o argumento de que esse termo indica apoio ao aborto. Uma versão da resolução que exclui essa frase foi aprovada por 13 votos a 0, com abstenções de Rússia e China.

O embaixador da França nas Nações Unidas, François Delattre, criticou a exclusão do trecho, dizendo que a decisão afeta a dignidade das mulheres.

"É intolerável e incompreensível que o Conselho de Segurança da ONU seja incapaz…

Otan confirma morte de líder do EI no Afeganistão

Terrorista Abu Saad Orakzai é o terceiro comandante do Estado Islâmico morto no país desde 2016. Ele foi atingido por um bombardeio no final de agosto.


Deutsch Welle

As forças militares da Otan no Afeganistão confirmaram neste domingo (02/09) a morte do líder do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) no país, Abu Saad Orakzai, também conhecido como Saad Arhabi, em um bombardeio que ocorreu no dia 25 de agosto.

Afghanistan neuer Nato-Oberbefehlshaber General Scott Miller (Reuters/M. Ismail)
O general Scott Miller, comandante das forças dos EUA e da Otan, disse que coalizão vai manter pressão sobre terroristas

O ataque das tropas americanas ocorreu na província oriental de Nangarhar, reduto afegão do grupo, segundo informou em comunicado a missão da Otan no país.

"Os Estados Unidos e seus aliados estão no Afeganistão para manter a pressão sobre os terroristas transregionais, que pertencem a redes e que tenham planejar, fornecer recursos e atacar diretamente", afirmou o general Scott Miller, comandante das forças dos EUA e da Otan.

Miller, que assumiu neste domingo o comando das tropas internacionais no lugar de John Nicholson, comentou que esta é uma parte "vital" do papel aliado para alcançar uma solução de segurança no Afeganistão.

Um dia após o bombardeio de 25 de agosto, a principal agência de inteligência afegã, o Diretório Nacional de Segurança (NDS, na sigla em inglês), já havia dado por morto o líder do Estado Islâmico.

Orakzai é o terceiro emir do EI morto em ataques dos EUA desde julho de 2016. Em abril de 2017 morreu o antigo chefe do grupo no Afeganistão, Abdul Hasib, em operação das forças afegãs e dos EUA em Nangarhar, três semanas após Washington lançar na região uma das bombas mais potentes de seu arsenal convencional, com o objetivo de destruir um dos últimos redutos do EI.

Apenas nove meses antes, em julho de 2016, o líder anterior do grupo, Hafiz Sayed Khan, morreu em um bombardeio americano, também em Nangarhar.

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