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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

OTAN pode ativar artigo de defesa coletiva caso seja atacada ciberneticamente pela Rússia

O Artigo 5 do Tratado de Washington de 1949 estabeleceu o princípio de defesa coletiva no caso de um ataque contra um dos aliados, que então seria considerado um ataque contra todos os signatários. O texto, porém, não previa à época um ataque cibernético.


Sputnik

O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse em uma entrevista divulgada nesta segunda-feira que o bloco poderia invocar o artigo 5º sobre defesa coletiva no caso de um ataque cibernético realizado pela Rússia.

Bandeiras da OTAN e da UE
© AFP 2018 / Armend Nimani

"Não automaticamente. Depende do caráter do ciberataque (…). Nós nunca seremos específicos [sobre] quando acionaremos o Artigo 5", disse Stoltenberg ao portal de notícias Axios, respondendo sobre estratégias quanto a um possível ataque cibernético na Rússia.

Stoltenberg acrescentou que a aliança estava impulsionando sua segurança cibernética e planejava desenvolver capacidades cibernéticas ofensivas.

Em julho, a Aliança já tinha confirmado em comunicado após a cúpula em Bruxelas que, no caso de uma guerra híbrida, o bloco acionaria seu artigo 5º sobre defesa coletiva.

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