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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Politólogo comenta palavras da Ucrânia sobre possibilidade de 'reduzir Rússia a pó'

O ex-ministro da Economia ucraniano declarou que se poderia "reduzir a Rússia a pó". O politólogo Vladimir Kireev expressou ao serviço russo da Rádio Sputnik a sua opinião, por que os políticos ucranianos se permitem fazer tais declarações agressivas.


Sputnik

O ex-ministro da Economia ucraniano, Viktor Suslov, opina que é possível "reduzir a Rússia a pó", se o país não tiver armas nucleares. O político fez essa declaração em entrevista ao canal 112 Ucrânia quando falava sobre as manobras Vostok 2018.

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Ex-ministro da Economia ucraniano, Viktor Suslov

De acordo com o ex-ministro, os exercícios militares da Rússia se destinam a que os outros países evitem ter conflitos militares com ela.

"Se a Rússia não fosse uma potência nuclear, tudo já teria sido resolvido de um modo muito mais simples: a OTAN já teria reduzido Rússia a pó há muito tempo. Por isso eles demonstram seus músculos, para mostrar que isso dificilmente resultaria, pelo menos, hoje", disse Suslov.

Comentando a declaração do ex-ministro-ucraniano ao serviço russo da Rádio Sputnik, o politólogo Vladimir Kireev destacou a sua agressividade injustificada.

"Queria chamar a atenção para o caráter agressivo das declarações dos políticos ucranianos. Porque por parte da Rússia, dos representantes do país, não há quaisquer declarações duras, agressivas em relação à Ucrânia. Já os políticos ucranianos se permitem tais declarações. Surge a impressão que a nível do sistema de administração do Estado da Ucrânia há o desejo de exprimir essa agressividade", opina o analista.

Para ele, é incorreto comparar as relativamente modestas capacidades militares da Ucrânia com as da Rússia, que não são equivalentes: tanto a experiência dos militares russos, como a responsabilidade dos dirigentes são maiores, bem como o potencial da indústria militar da Rússia não podem ser comparados com o ucraniano.

"Aqui surge uma pergunta: até que ponto tais declarações são independentes? Porque elas aparecem no seguimento das declarações dos líderes ocidentais, inclusive dos que querem atacar a Síria. Isso revela que os políticos ucranianos não agem de modo independente, e as palavras deles são parte da estratégia ocidental para desencadear um conflito com a Rússia", disse Vladimir Kireev.

As manobras Vostok 2018 estão decorrendo entre 11 e 17 de setembro na região do Extremo Oriente da Rússia e nas águas adjacentes do Pacífico. Além das forças de terra, mar e ar da Rússia, tropas da China e da Mongólia também participaram de uma das etapas dos exercícios, dando um caráter internacional às manobras.

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