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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Por que novo caça ligeiro do Irã pode ser revolucionário para suas Forças Armadas?

O novo modelo do caça iraniano Kowsar, que possui um design parecido com o do caça norte-americano F-5E, pode se converter em um avião revolucionário para as Forças Armadas do Irã, segundo o portal Military Watch.


Sputnik

De acordo com o portal, a aeronave, cuja produção não requer muitos investimentos, pode integrar distintas tecnologias como a visualização frontal (Head Up Display), redes digitais de dados militares, monitores polivalentes, computadores de cálculo balístico, sistemas de mapeamento inteligentes, novos radares e sistemas aviônicos. 

Modelo do novo caça iraniano Kowsar
Maquete do Kowsar © Sputnik / Evgeniy Odinokov

Apesar de possuir tecnologias tão sofisticadas, a possibilidade de que o novo caça passe a integrar a Força Aérea do país persa dependerá de sua capacidade de carregar diferentes tipos de munições, algo que seu antecessor, o avião Saeqeh, carecia.

"Há uma razão para acreditar que o Kowsar será um caça revolucionário para as Forças Armadas do Irã", escreveu a edição.

De acordo com o Military Watch, desde que o Saeqeh entrou em serviço em 2007, o Irã conseguiu avançar consideravelmente no que diz respeito à aviônica, radares e tecnologias de mísseis.

O avanço mais notável foram os testes e a fabricação em série do míssil de classe ar-ar Fakour-90. A arma foi construída com base no míssil norte-americano de longo alcance AIM-54 Phoenix, uma das armas mais potentes da Força Aérea do Irã. O míssil AIM-54 Phoenix era utilizado exclusivamente pelos caças F-14 Tomcat da Marinha norte-americana e a Força Aérea do Irã.

Segundo o Military Watch, o Fakour-90 possui um alcance estimado entre 250 e 300 km. Seu surgimento marca um ponto de virada para a aviação militar iraniana, dado que permite ao país persa contra-atacar os aviões do adversário a grandes distâncias.

"Enquanto o Kowsar iraniano não pode carregar seis mísseis pesados como o caça F-14 Tomcat, o disparo de apenas dois mísseis Fakour-90, junto com o uso de distintos projéteis construídos e baseados no míssil AIM-9 Sidewinder, pode ser revolucionário para a Força Aérea do Irã, dado que lhe permitirá se transformar em uma força poderosa que pode usar no campo de combate mísseis 'além do alcance visual'", ressaltou o portal.

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