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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Preocupação com China deveria ir além de seus caças furtivos, adverte NI

Pequim está se tornando em uma grande potência e se quisesse, seria capaz de desenvolver um equivalente do J-16D para porta-aviões. Mesmo que tenha algumas dificuldades em alguns setores, a China consegue “copiar” tudo e ao mesmo tempo aperfeiçoar suas tecnologias.


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Isso aconteceu com o caça da Marinha americana, o Boeing EA-18G Growler, que é destinado à guerra eletrônica, sendo uma das poucas aeronaves militares dedicadas à tarefa de obstruir e potencialmente destruir radares hostis. Esse caça é uma variante do F-18 Super Hornet, sendo mais rápido, possuindo melhor manobrabilidade e sendo ainda fortemente armado, permitindo contribuir para ataques em missões de assalto e uma aproximação às defesas antiaéreas hostis, conforme afirma Sebastien Roblin da revista The National Interest.

Caça chinês J-20, com tecnologia stealth
Caça chinês J-20 © flickr.com/ Times Asi

Os engenheiros aeronáuticos chineses nunca estiveram tão orgulhosos de "copiar" uma ideia, desenvolvendo um Growler chinês com base no EA-18G. A aeronave em questão é uma variante do caça J-16 Red Eagle, que é uma cópia do russo Sukhoi Su-30MKK. Além disso, o Red Eagle é comparável com o americano F-15E e equipado com novos equipamentos aviônicos, incluindo um radar de varredura eletrônica ativa.

O J-16 ainda possui uma nova versão, denominada de J-16D, especializada para combate eletrônico, tal como o EA-18G. Porém, o J-16D tem seu canhão de 30 mm e o sensor infravermelho removidos, sendo capaz, em vez disso, de acomodar mais componentes eletrônicos no interior de sua fuselagem, além de diversas antenas. A aeronave visa o combate eletrônico, tal como o Growler, realizando interferência eletrônica e engajando os radares inimigos.

Além disso, a China desenvolveu uma cópia do míssil russo Kh-31P, conhecido como YJ-91, com um pequeno aumento do alcance e capacidade antinavio. A China também possui o JH-7 Flying Leopard, um caça-bombardeiro com capacidade de guerra eletrônica, bimotor, de longo alcance e com grande capacidade para transportar armas e combustível. Sendo um potente jato, este avião, porém, foi totalmente desenvolvido pela China.

A China no momento não está interessada em guerras. Contudo, ela busca alterar o balanço de poder militar no oceano Pacífico, sendo possível notar que as aeronaves para missões SEAD poderiam ser utilizadas em conflitos com Taiwan ou Japão. No entanto, uma aeronave pronta para o combate eletrônico seria mais apropriada para conter os EUA. Por isso, o caça J-16D sugere o interesse no desenvolvimento especializado de uma aeronave totalmente capacitada para guerra eletrônica.

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