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Como governo Trump esvaziou resolução da ONU contra estupro em guerras

A oposição do presidente americano, Donald Trump, à legalização do aborto levou ao esvaziamento de uma resolução das Nações Unidas contra o uso de violência sexual como arma de guerra.
BBC News Brasil

Os Estados Unidos retiraram todas as referências a "saúde sexual e reprodutiva" do texto, o que, na prática, reduz o peso da resolução. O documento havia sido submetido pela Alemanha ao Conselho de Segurança da ONU. Estados Unidos, China e Rússia ameaçaram vetá-lo, se fosse mantida a redação original.

O governo Trump se opôs às menções à "saúde sexual e reprodutiva" das mulheres, com o argumento de que esse termo indica apoio ao aborto. Uma versão da resolução que exclui essa frase foi aprovada por 13 votos a 0, com abstenções de Rússia e China.

O embaixador da França nas Nações Unidas, François Delattre, criticou a exclusão do trecho, dizendo que a decisão afeta a dignidade das mulheres.

"É intolerável e incompreensível que o Conselho de Segurança da ONU seja incapaz…

Putin: terroristas estão preparando provocações na província síria de Idlib

Ao discursar na cerimônia de abertura da cúpula entre a Turquia, Rússia e Irã, o presidente russo Vladimir Putin afirmou que os terroristas na província síria de Idlib estão preparando provocações, inclusive com armas químicas.


Sputnik

O líder lembrou que na zona de desescalada na província de Idlib estão concentrados os grupos extremistas que restam no país, tentando desestabilizar a situação.

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Vladimir Putin | Reprodução

"Os terroristas estão tentando minar o regime de cessar-fogo [em Idlib] e, mais que isso, estão realizando e preparando vários tipos de provocações, inclusive com armas químicas", disse Putin.

Ao mesmo tempo, o presidente sublinhou o "progresso significativo" alcançado para a resolução da situação síria. Segundo ele, mais de 15 mil refugiados sírios voltaram para casa no último mês e meio.

A operação em Idlib e a regulação da situação na Síria se tornaram os temas principais da cúpula trilateral entre Rússia, Turquia e Irã que decorre hoje (7) em Teerã.

O território da província síria de Idlib continua sendo a última região do país não controlada pelas tropas do governo.

Nos últimos dias, a situação em torno da Síria piorou. O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov, disse que, segundo fontes independentes, os terroristas do grupo Tahrir al-Sham estão preparando uma provocação em Idlib para culpar Damasco do uso de armas químicas contra civis.

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