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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Rússia desenvolve aparelho submersível para proteger sua base naval na Síria

Os mais novos dispositivos autônomos submersíveis desenvolvidos na Rússia, como o Shelf, podem ser usados para proteger a área marinha da base naval russa de Tartus, na Síria, relata à Sputnik Andrei Dolzhenkov, diretor-geral da empresa homônima.


Sputnik

"Os portadores subaquáticos do tipo Shelf, desenvolvidos na Rússia […] podem ser usados para operações de busca e salvamento, inspeção de estruturas hidráulicas e objetos subaquáticos, hidrologia e hidrografia, estudos sobre o fundo marinho e da coluna de água, para exploração e tarefas especiais. Todas essas tarefas são relevantes para garantir a segurança da base naval de Tartus", disse Dolzhenkov.

Aparelho subaquático Shelf
Aparelho aquático Shelf © Sputnik / Sergei Safronov

Ele sublinhou que os portadores subaquáticos podem resolver problemas individualmente ou em grupo.

Segundo o diretor-geral, dependendo das tarefas, o portador subaquático pode ter diferentes dimensões: de um metro e meio a quatro metros. Entretanto, se aplica o princípio de estrutura modular.

"É possível colocar um sonar para inspecionar objetos no fundo marinho ou uma câmera de vídeo com sistema de iluminação, além de se escanear o fundo com equipamento hidroacústico. Podem ser suspensos manipuladores. Temos um aparelho de corte como manipulador, ele pode ser usado a uma profundidade de mil metros. A versão base tem quatro módulos, mas podemos fazer com cinco, seis módulos e mais", disse o diretor-geral.

"A questão do armamento que possa ser usado debaixo d'água pode ser trabalhada, mas até agora não nos colocamos essa tarefa […] A questão que foi trabalhada foi a busca e detecção de objetos e pessoas", enfatizou Dolzhenkov.

Ele também informou que os portadores foram projetados para trabalhar debaixo d'água a uma profundidade de até 300 metros.

"Mas, na verdade, as profundidades podem ser medidas em quilômetros", disse o desenvolvedor.

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