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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Rússia envia navios armados com mísseis de cruzeiro Kalibr para a Síria

A Rússia está enviando uma flotilha de pelo menos 10 navios para a costa da Síria, informou o jornal Izvestia no dia 28 de agosto, citando fontes não identificadas do Ministério da Defesa. O agrupamento foi relatado como o mais poderoso da Rússia a ser enviado à Síria desde que Moscou iniciou sua intervenção no conflito há quase dois anos.


Reuters

MOSCOU – A reportagem do Izvestia acontece um dia após o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, ter dito que Moscou estava preocupado com a aparente preparação de um ataque de míssil de cruzeiro americano contra as forças do governo sírio, prontos para lançar uma ofensiva final sobre Idlib, fortaleza rebelde na guerra civil síria.


O grupo naval russo é liderado pelo cruzador de mísseis guiados da Flotilha do Norte, Marechal Ustinov, o grande navio de guerra antissubmarino Severomorsk, três das mais novas fragatas da Rússia, um grande navio de patrulha, três pequenos navios lança-mísseis e dois submarinos da classe Kilo. Muitos desses navios, observou o Izvestia, estão armados com mísseis de cruzeiro Kalibr.

Vários outros navios estão supostamente a caminho para se juntar à flotilha, tornando-se o maior desdobramento naval da Rússia (em termos de números de cascos) para a Síria – e possivelmente a maior desde o final da Guerra Fria. Mas afirmar que é o desdobramento mais poderoso é duvidosa; no final de 2016, os dois maiores navios da Rússia lideraram uma flotilha de oito navios para a Síria em uma missão de projeção de força.

A principal diferença entre os dois grupos são suas capacidades. Os dois navios que lideraram o último destacamento naval da Rússia para a Síria foram o porta-aviões Admiral Kuznetsov e o cruzador de batalha nuclear Pedro, O Grande. Eles foram acompanhados por dois destróieres e vários outros navios. No entanto, o Kuznetsov e o Pedro, o Grande, não estão armados com mísseis Kalibr.

Quando o grupo de batalha do Kuznetsov foi enviado para a Síria no final de 2016, ele o fez enquanto Washington estava debatendo novamente os méritos de ataques à Síria. Esse grupo foi uma dissuasão melhorada – não por outra razão senão que o Pedro, o Grande estava no teatro. O cruzador de batalha russo é projetado para atacar os porta-aviões americanos à distância. Mas o grupo a caminho da Síria é agora composto por navios menores com mísseis de cruzeiro, indicando que a Rússia pode estar de olho em apoiar o impulso esperado do governo sírio em Idlib.

Para a parte de Washington, as alegações da Rússia de um ataque iminente foram descartadas como propaganda.

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