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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Senador russo: Moscou é capaz de fechar céu sobre Síria para Israel

A Rússia poderá tomar medidas para evitar incidentes aéreos com aviões israelenses no futuro, tendo todos os recursos para fechar para eles os céus da Síria, afirmou neste domingo (23) o senador russo Franz Klintsevich.


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Mais cedo hoje, o Ministério da Defesa russo responsabilizou Israel pela derrubada do avião Il-20 na Síria, que resultou na morte de 15 militares, dizendo que seus caças usaram deliberadamente o avião russo como um escudo contra o sistema de defesa antiaérea sírio. Segundo a entidade, as ações dos pilotos israelenses "significam ou sua falta de profissionalismo, ou, no mínimo, uma negligência criminosa".

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Senador russo Franz Klintsevich | Reprodução

Para Klintsevich, membro do Comitê de Defesa e Segurança do Conselho da Federação da Rússia (câmara alta do parlamento), os dados revelados pela Defesa russa não deixam nenhuma dúvida que a culpa pelo incidente é da parte israelense.

O senador acredita que a tragédia não agravará significativamente a situação entre Moscou e Israel devido à longa história de boas relações, mas expressou a certeza de que a Rússia tomará algumas medidas.

"Nossas ações de resposta se focarão em excluir por completo a repetição de incidentes semelhantes no futuro. Nós, por exemplo, dispomos de todos os recursos necessários que permitem fechar para Israel o céu sobre a Síria, sendo esta apenas uma das opções", opinou o político.

A situação dependerá em muito da reação de Tel Aviv ao relatório de hoje do Ministério da Defesa russo, acha Klintsevich.

"Neste contexto acho pouco produtiva a afirmação de hoje do ministro da Defesa israelense [Avigdor Lieberman] que os ataques à Síria continuarão. Esta retórica poderá apenas agravar a situação. Não acho que tal cenário corresponda aos interesses de Israel", concluiu.

A base aérea russa de Hmeymim perdeu o contato com uma aeronave militar russa Il-20 na noite de segunda-feira (17) durante um ataque de 4 jatos F-16 israelenses contra alvos na província síria de Latakia. O avião russo Il-20, a bordo do qual estavam 15 militares, foi derrubado por um míssil de um sistema S-200 do Exército sírio, matando todos os ocupantes.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que os pilotos israelenses estariam se protegendo com o avião russo, expondo-o ao ataque.

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