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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Trump dá poderes ao Tesouro dos EUA para impor sanções contra Rússia

No início de agosto, os Estados Unidos anunciaram uma nova rodada de sanções contra a Rússia por suposta participação no envenenamento do ex-espião russo Sergei Skripal e sua filha Yulia, em Salisbury, no Reino Unido, em março.


Sputnik

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu ao Departamento do Tesouro a autoridade, de acordo com a Lei Internacional dos Poderes Econômicos de Emergência (IEEPA), para impor sanções à Rússia. A informação foi divulgada pela Casa Branca através de um comunicado à imprensa.

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Tesouro dos EUA | Reprodução

"Eu autorizei o Secretário do Tesouro, em consulta com o Secretário de Estado, a tomar tais medidas, incluindo a promulgação de regras e regulamentos, e empregar todos os poderes concedidos ao Presidente pela IEEPA, conforme seja necessário para levar a cabo os propósitos da Ordem Executiva", diz o comunicado.

Em agosto, o governo dos EUA anunciou novas sanções contra a Rússia devido ao suposto uso de armas químicas contra o ex-oficial de inteligência russo, Sergei Skripal, e sua filha Yulia, na cidade britânica de Salisbury, em março.

A primeira onda de restrições entrou em vigor em 22 de agosto.

A Rússia negou repetidamente envolvimento no caso Skripal, enfatizando que Londres não forneceu provas nem cooperou com Moscou na investigação do incidente.

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