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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
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Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Trump queria Assad morto, diz livro de Bob Woodward, jornalista do Watergate

O presidente dos EUA queria que o presidente da Síria, Bashar Assad, fosse assassinado em 2017, no entanto, seu secretário de Defesa ignorou o pedido. É o que diz o novo livro de Bob Woodward, "Medo: Trump na Casa Branca".


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Segundo texto publicado no jornal The Washington Post, o livro mostra que as principais lideranças dos EUA desobedeceram a ordens de Trump para limitar o que viam como um comportamento perigoso. A publicação mostra Trump como impulsivo em suas decisões e um clima de caos e nervosismo permeando sua equipe.

O presidente dos EUA, Donald Trump, fala em Mar-a-Lago, após ataque contra Síria em retaliação a supostos ataques com armas químicas. Foto de 6 e abril de 2017.
Donald Trump © AP Photo / Alex Brandon

De acordo com o texto de Woodward, Trump disse ao seu secretário de Defesa, James Mattis, que ele queria o presidente sírio morto após notícias e ataques químicos na Síria em abril de 2017.

Mattis teria respondido que ele o faria, no entanto, desenvolveu um plano limitado de ataque aéreo para evitar que Assad fosse ameaçado. Segundo o livro, Mattis disse a seus associados que o presidente dos EUA agia como uma criança.

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que o livro não passa de "histórias inventadas, muitas delas por empregados insatisfeitos, ditas para fazer o presidente parecer ruim".

Em entrevista ao Daily Caller, Trump negou as acusações do livro, chamando a obra de "suja", dizendo que é mais um livro ruim. O presidente norte-americano também disse que Woodward tem "muitos problemas de credibilidade".

Bob Woodward ganhou fama após escrever sobre o escândalo de Watergate, nos anos 1970. Desde então escreveu diversos livros sobre os bastidores no poder na Casa Branca. Seu novo livro será lançado em 11 de setembro.

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