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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

'Vamos melhorar ainda mais nossas Forças Armadas', diz Vladimir Putin

O presidente russo, Vladimir Putin, deu declarações no campo de Tsugol, onde foram realizadas as principais manobras dos exercícios militares Vostok-2018. Ele enalteceu o poder militar russo e prometeu melhorá-la, enfatizando a política exterior de cooperação com os países interessados.


Sputnik

Os exercícios militares Vostok-2018 demonstraram que o Exército da Rússia é capaz de conter ameaças significativas, disse o presidente russo nesta quinta-feira (13).

O presidente russo, Vladimir Putin, durante as manobras militares Vostok-2018 ao lado de oficiais de exército russo.
Vladimir Putin acompanha o exercício Vostok 2018 © Sputnik / Sergei Guniev

"Vocês demonstraram proeza, mostraram capacidade de conter com sucesso potenciais ameaças militares", disse Putin falando às tropas que participaram dos exercícios.

"Nosso dever para com o país e nossa pátria é estarmos prontos para proteger a soberania, segurança e interesses nacionais de nosso país e, se necessário, apoiar nossos aliados", afirmou.

O presidente russo fez questão de ressaltar que a Rússia é um Estado pacífico e não tem e não poderia ter planos agressivos, dado seu caráter.

"Vamos melhorar ainda mais nossas Forças Armadas, e daremos a elas equipamentos e armas de última geração, assim como desenvolveremos a cooperação militar", acrescentou Putin, dando atenção especial à política exterior do país.

"Nossa política exterior está voltada à cooperação construtiva com todos os países interessados. É por isso que 87 observadores de 59 países compareceram a estes exercícios", afirmou.

Os exercícios militares Vostok-2018 envolveram cerca de 300.000 militares, 36 mil veículos e mais de mil aeronaves. Esses exercícios, que continuam até o dia 17 de setembro, são os maiores exercícios militares realizados pela Rússia desde 1981.

Além das forças de mar, ar e terra da Rússia, tropas da China e da Mongólia também participaram de uma das etapas dos exercícios, dando caráter internacional às manobras.

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