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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Zarif: Diplomacia evita guerra em Idlib

O ministro das Relações Exteriores do Irã disse na terça-feira que os esforços diplomáticos para a questão da cidade síria de Idlib estão dando frutos com a iminente guerra na região tendo sido evitada.


Pars Today

"Intensiva diplomacia responsável nas últimas semanas - perseguida em minhas visitas a Ancara e Damasco, seguida pela Cúpula Irã-Rússia-Turquia em Teerã e a reunião é Sochi - evitando a guerra em Idlib com um firme compromisso de combater extremistas terror ", Mohammad-Javad Zarif escreveu em sua conta no Twitter.

Zarif: Diplomacia evita guerra em Idlib
Mohammad-Javad Zarif | Reprodução

"A diplomacia funciona", enfatizou.

O chanceler iraniano se referiu a um acordo assinado em 17 de setembro pelo presidente russo, Vladimir Putin, e seu colega turco, Recep Tayyip Erdogan, sobre a suspensão de uma grande ofensiva militar contra os terroristas em Idlib e a criação de uma zona desmilitarizada em 15 de outubro.

Preocupada com a crise humanitária, a Turquia, lar de mais de três milhões de refugiados sírios, manifestou sua oposição a qualquer nova ofensiva na cidade por temer outro êxodo de refugiados.

A Rússia está se preparando para um ataque à cidade de três milhões de pessoas no noroeste da Síria como o último ponto de apoio de vários grupos terroristas e extremistas.

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