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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Abimaq chama consórcios e tenta viabilizar 40% de conteúdo local para corvetas

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) pretende convocar representantes dos quatro consórcios proponentes da short list da Marinha que disputam a construção de quatro corvetas classe Tamandaré. 


Danilo Oliveira | Portos e Navios

O objetivo dos fornecedores é conhecer melhor as demandas de cada consórcio, além de apresentar os potenciais de fornecimento da indústria local. A associação considera possível atingir um percentual de 40% de conteúdo nacional nesses projetos. 

Corveta Classe Tamandaré

A Abimaq disponibilizou seus associados para fornecimento desse pacote inteiro, com exceção do sistema de defesa. "Temos histórico de fornecimento para corvetas Barroso no passado e capacidade técnica. Facilmente a Abimaq, através de seus associados, consegue fornecer materiais suficientes para alcançar, já no primeiro projeto de corveta, os 40% de conteúdo local, que é intuito da indústria brasileira", garantiu o vice-presidente da Abimaq no Rio de Janeiro, Marcelo Campos.

Campos disse que essa aproximação com proponentes da short list já vem se desenrolando há um tempo, e que a Abimaq está em contato com a Marinha desde início do projeto. Ele ressaltou que o reaparelhamento do programa de superfície da Marinha é estratégico para o país. "Para se ter soberania sobre esses projetos é imperativo que a Abimaq participe desse processo, em grande sinergia com a Marinha, para fornecer o maior número de equipamentos com qualidade e desempenho já provados em projetos anteriores e em projetos atuais", comentou.

O vice-presidente da Abimaq-RJ acrescentou que projetos dessa relevância contam com indústria local em marinhas de todo o mundo, como a norte-americana, chinesa, francesa e italiana. "A indústria está muito próxima dos estaleiros já por conta do O&G e Naval, os quais já atendemos. Os requisitos de Marinha são um pouco diferentes, mas nada que não possamos atender. A questão é garantir que essas demandas tenham eco na indústria local", defendeu. A Marinha informou que a decisão sobre a melhor proposta está prevista para dezembro deste ano.

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