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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Águas Azuis mira construção de corvetas e futuros projetos de defesa no Brasil

O consórcio Águas Azuis, um dos quatro finalistas do programa para construção de quatro corvetas da classe Tamandaré, aposta na presença de longa data dos seus integrantes no Brasil. O grupo, que tem a Thyssenkrupp Marine Systems, Atech e Embraer S.A, afirma que as empresas construíram sólida parceria nacional com capacidade comprovada de absorver tecnologia e de garantir seu desenvolvimento não apenas para o programa de corvetas, mas também para projetos estratégicos futuros de defesa no país.


Danilo Oliveira | Portos e Navios

O Águas Azuis apresentou à Marinha uma proposta baseada no conceito da classe Meko, cujo design modular busca facilitar a integração local e a transferência de tecnologia, ajudando a reduzir os custos de aquisição, manutenção e modernização. O consórcio destaca que as embarcações dessa classe possuem qualidades excepcionais de autonomia e robustez e são econômicas de operar. Desde 1982, 82 corvetas e fragatas da classe Meko foram entregues a Marinhas de 14 diferentes países, 37 delas produzidas fora da Alemanha e todas seguem em plena operação. Segundo o consórcio, essa classe vem oferecendo um ciclo de vida de mais de 40 anos.

Classe Meko

Para as empresas do Águas Azuis, essa é uma plataforma de combate flexível e versátil para as marinhas e um meio naval para perfis de missões diversificadas. “Estamos muito felizes em avançar para a fase final da concorrência do programa CCT. Isso reforça nossa posição de liderança e as tecnologias comprovadas que oferecemos ao setor de defesa naval em todo o mundo por quase dois séculos”, disse o CEO da Thyssenkrupp Marine Systems, Rolf Wirtz.

Wirtz destacou a expertise da Marinha brasileira e o bom relacionamento mantido desde a entrega do primeiro submarino da classe Tupi no final dos anos 1980. "No consórcio com a Embraer, acreditamos fortemente que não só podemos oferecer navios e sistemas que atendam à demanda da Marinha pelas próximas décadas, mas que também tragam empregos altamente qualificados e tecnologia para o Brasil, fortalecendo a base industrial de defesa local”, acrescentou o CEO.

Caso o consórcio saia vencedor da disputa, a Atech, subsidiária da Embraer, fornecerá o sistema de gerenciamento de combate (CMS) dos navios em cooperação com a Atlas Elektronik, subsidiária da Thyssenkrupp Marine Systems. Segundo o Águas Azuis, está previsto que a engenharia e o software da Atlas Elektronik apoiem e desenvolvam a engenharia local, equipamentos, integração de sistemas e gerenciamento de projetos pela Atech. "Estamos confiantes de que a nossa oferta supera as necessidades de uma Marinha moderna, hoje e no futuro, ao mesmo tempo em que garantimos a produção local assim como a gestão e o suporte do ciclo de vida”, afirmou o presidente da Embraer Defesa & Segurança, Jackson Schneider.

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