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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Analista: nenhum esforço da OTAN pode dificultar ação da Marinha russa

Canadá prepara resposta à "ameaça russa" no Ártico, segundo a mídia. O analista militar russo Igor Korotchenko comentou essa afirmação ao serviço russo da Rádio Sputnik, assinalando que não vale a pena prestar muita atenção a tal reação do Ocidente.


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A Marinha do Canadá pretende comprar fragatas britânicas Tipo 26, destinadas a combater submarinos, informou a revista Defense News. No total, o Canadá pretende comprar 15 fragatas que custarão ao governo 60 bilhões de dólares (cerca de 222 bilhões de reais).


Um marinheiro no Ártico (imagem referencial)
© Foto: Marinha dos EUA

Segundo o jornal, a construção desses navios no Reino Unido começou apenas no último verão, o que pode provocar um atraso nas entregas e um aumento do custo dos navios. Os autores do artigo acreditam que tais riscos se devem ao desejo de encontrar uma resposta à "ameaça russa" no Ártico o mais rápido possível.

O diretor do Centro de Análise do Comércio Mundial de Armas da Rússia, Igor Korotchenko, comentou ao serviço russo da Rádio Sputnik essa notícia.

"Nós não precisamos pensar por que o Canadá, os EUA ou mais alguém da OTAN está preocupado com algo. Somos um país autossuficiente para reagir a quaisquer gritos, motivos ou acusações. Quiseram e compraram, por favor", afirmou o especialista russo.

Quanto aos nossos submarinos, que operam nos oceanos Atlântico e Pacífico, o objetivo deles é garantir a segurança da Rússia pelos métodos, modos e meios necessários, destacou Korotchenko.

"A frota de submarinos nucleares da Rússia é um elemento importante para garantir nossa segurança nacional, um componente importantíssimo das forças nucleares estratégicas na versão naval, e certamente é um meio para aparar quaisquer ações hostis contra o nosso país", afirmou o analista.

Para ele, tudo isso representa a eficácia da nossa segurança e não vale a pena prestar atenção às preocupações dos outros, só tem importância aquilo que nos preocupa. A frota de submarinos nucleares da Rússia age de forma oculta, por isso nenhuns esforços dos países da OTAN destinados a dificultar suas ações levarão aos resultados planejados, concluiu Igor Korotchenko.

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