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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

'Assassinato de jornalista foi planejado com antecedência', diz presidente turco

TV britânica, citando fontes anônimas, informou que partes do corpo do jornalista Jamal Khashoggi foram encontradas na residência de cônsul.


Por Jornal Nacional

A rede de televisão britânica Sky News divulgou nesta terça-feira (23), que pedaços do corpo do jornalista do “Washington Post” Jamal Khashoggi foram encontrados na residência do cônsul saudita em Istambul, na Turquia. Ele desapareceu há três semanas, depois de entrar no consulado.

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Citando fontes anônimas, a emissora disse que restos mortais do jornalista teriam sido encontrados no jardim da casa do diplomata, que fica a poucos metros do consulado.

O presidente turco Recep Erdogan disse que não vai permitir que a Arábia Saudita trate a morte do jornalista Jamal Khashoggi como um simples acidente.

No Congresso ele afirmou: “Nós temos evidências mostrando que isso foi um assassinato planejado com antecedência”, ele disse.

Na segunda-feira (22), imagens mostraram um dos envolvidos usando as roupas do jornalista como se fosse Khashoggi saindo do consulado.

Erdogan fez um apelo ao rei Salman. Ele quer que os 15 agentes sauditas que estavam em Istambul no dia do desaparecimento sejam julgados na Turquia. O presidente turco afirmou que um assassinato brutal como esse não pode ser acobertado com imunidade diplomática e perguntou: “Como nós podemos aceitar que o corpo ainda não tenha sido encontrado?”

Erdogan não citou o nome do príncipe herdeiro, Mohamed bin Salman, que controla o governo e o aparato de segurança saudita. Mas ele é suspeito de saber o que estava sendo planejado contra Jamal Khashoggi ou, pior, ter autorizado a ação.

Nesta terça-feira (23), o príncipe e o rei Salman se reuniram com o filho do jornalista em Riad. Mohamed bin Salman depois foi a uma conferência organizada pelo reino e boicotada por grande parte da comunidade internacional e foi recebido com aplausos.

Há três semanas, o governo americano está dividido entre aceitar as explicações sauditas e ter que lidar com as evidências cada vez mais claras do envolvimento da família real no crime. O cuidado da Casa Branca tem razões econômicas. Estão em jogo centenas de bilhões de dólares em venda de armas para a Arábia Saudita, e o petróleo que os Estados Unidos compram dos árabes.

Nesta terça (23) o presidente Donald Trump disse que a Arábia Saudita é um grande aliado e um dos maiores investidores dos Estados Unidos, mas o jeito com que o país quis abafar o caso foi o pior de todos os tempos.


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