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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

'Assassinato de jornalista foi planejado com antecedência', diz presidente turco

TV britânica, citando fontes anônimas, informou que partes do corpo do jornalista Jamal Khashoggi foram encontradas na residência de cônsul.


Por Jornal Nacional

A rede de televisão britânica Sky News divulgou nesta terça-feira (23), que pedaços do corpo do jornalista do “Washington Post” Jamal Khashoggi foram encontrados na residência do cônsul saudita em Istambul, na Turquia. Ele desapareceu há três semanas, depois de entrar no consulado.

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Citando fontes anônimas, a emissora disse que restos mortais do jornalista teriam sido encontrados no jardim da casa do diplomata, que fica a poucos metros do consulado.

O presidente turco Recep Erdogan disse que não vai permitir que a Arábia Saudita trate a morte do jornalista Jamal Khashoggi como um simples acidente.

No Congresso ele afirmou: “Nós temos evidências mostrando que isso foi um assassinato planejado com antecedência”, ele disse.

Na segunda-feira (22), imagens mostraram um dos envolvidos usando as roupas do jornalista como se fosse Khashoggi saindo do consulado.

Erdogan fez um apelo ao rei Salman. Ele quer que os 15 agentes sauditas que estavam em Istambul no dia do desaparecimento sejam julgados na Turquia. O presidente turco afirmou que um assassinato brutal como esse não pode ser acobertado com imunidade diplomática e perguntou: “Como nós podemos aceitar que o corpo ainda não tenha sido encontrado?”

Erdogan não citou o nome do príncipe herdeiro, Mohamed bin Salman, que controla o governo e o aparato de segurança saudita. Mas ele é suspeito de saber o que estava sendo planejado contra Jamal Khashoggi ou, pior, ter autorizado a ação.

Nesta terça-feira (23), o príncipe e o rei Salman se reuniram com o filho do jornalista em Riad. Mohamed bin Salman depois foi a uma conferência organizada pelo reino e boicotada por grande parte da comunidade internacional e foi recebido com aplausos.

Há três semanas, o governo americano está dividido entre aceitar as explicações sauditas e ter que lidar com as evidências cada vez mais claras do envolvimento da família real no crime. O cuidado da Casa Branca tem razões econômicas. Estão em jogo centenas de bilhões de dólares em venda de armas para a Arábia Saudita, e o petróleo que os Estados Unidos compram dos árabes.

Nesta terça (23) o presidente Donald Trump disse que a Arábia Saudita é um grande aliado e um dos maiores investidores dos Estados Unidos, mas o jeito com que o país quis abafar o caso foi o pior de todos os tempos.


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