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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Aviação de Israel ataca Faixa de Gaza após disparos de foguetes

Foguete disparado de Gaza atingiu casa, mas não houve feridos. Um palestino morreu nos ataques israelenses, segundo o ministério da Saúde de Gaza.


France Presse

A aviação de Israel atacou na manhã desta quarta-feira (17) alvos na Faixa de Gaza, em resposta a disparos de foguetes do enclave palestino contra o território israelense, informou o Exército hebreu. Um palestino morreu nos ataques, informou o ministério da Saúde de Gaza.

Imagem retirada de vídeo, polícia inspeciona estragos em casa do sul de Israel que foi atingida por foguete disparado da Faixa de Gaza nesta quarta-feira (17) — Foto: KAN via AP
Imagem retirada de vídeo, polícia inspeciona estragos em casa do sul de Israel que foi atingida por foguete disparado da Faixa de Gaza nesta quarta-feira (17) — Foto: KAN via AP

"Aviões de combate israelenses iniciaram um ataque a posições terroristas na Faixa de Gaza", informou o Exército pouco tempo depois de um foguete cair em Israel.

O foguete atingiu o jardim de uma casa ocupada por uma família com três filhos e não deixou feridos, mas as pessoas ficaram em choque e receberam atendimento médico, informou a imprensa local.

Outro foguete disparado da Faixa de Gaza seguiu em direção ao mar, segundo o Exército.

"Às 4h desta manhã, os israelenses da cidade de Beer-Sheva correram para os abrigos após o disparo de um foguete da Faixa de Gaza contra Israel", informou o Exército antes da retaliação. "Defenderemos a população civil israelense", acrescentou o Exército, antecipando que haveria resposta.

"O Hamas é totalmente responsável por este ataque", disse o porta-voz militar israelense, o tenente-coronel Jonathan Conricus. Mas o movimento islâmico que controla o território condenou os lançamentos de foguetes contra Israel. Em um comunicado conjunto com seus aliados, o Hamas afirma que rejeita "todas as tentativas irresponsáveis" de enfraquecer uma mediação egípcia para uma trégua de longa duração, incluindo os disparos registrados durante a noite.

Os aviões israelenses apontaram contra 20 alvos militares na Faixa de Gaza.

Trata-se de um dos primeiros ataques com foguetes realizados em várias semanas a partir do enclave palestino contra Israel. Até o momento não foi determinado quem disparou os foguetes a partir da Faixa de Gaza.

Os disparos e a retaliação ocorrem em um momento de tensão e provoca temor de um novo conflito entre Israel e os grupos armados palestinos, incluindo o Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

Israel e Hamas protagonizaram três guerras desde 2008 e mantêm um cessar-fogo relativo desde o conflito de 2014.

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