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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Avião de espionagem chinês atravessa zona aérea sul-coreana sem avisar

Aeronave da Coreia do Sul intercepta avião militar chinês que entrou na zona de identificação de defesa aérea sul-coreana.


Sputnik

Mais uma vez, uma aeronave de reconhecimento chinesa fez disparar alarmes na Coreia do Sul, por voar perto da ilha Ieo, uma rocha submersa no mar Amarelo que abriga uma estação de pesquisa sul-coreana. Interceptadores sul-coreanos foram mobilizados para rastrear o avião.


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Shaanxi Y-9 | Reprodução

O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul informou nesta segunda-feira (29) que um avião militar chinês entrou na zona de identificação de defesa aérea do país sem aviso prévio, fazendo com que a Força Aérea enviasse caças F-15K e KF-16 para interceptá-lo, informou a agência de notícias Yonhap.

O avião foi identificado como uma aeronave de reconhecimento Shaanxi Y-9, um avião de transporte que pode ser reequipado para uma ampla variedade de funções, desde aeronave eletrônica até aeronave de alerta aéreo. O avião entrou na zona de identificação de defesa aérea sul-coreana (KADIZ, na sigla em inglês) às 10h03m, horário local, e saiu meia hora depois. Depois de virar para sul em direção à rocha de Socotra, o avião voltou e entrar na zona às 15h02m e permaneceu lá por um período mais longo.

"Ele voou por cerca de duas horas na KADIZ de um voo de duração total de cinco horas após ter entrado na KADIZ", disse um oficial da JCS à Yonhap.

A rocha de Socotra, também chamada Ilha Ieo em coreano, é uma rocha submersa que não é reivindicada por nenhuma nação, mas como a Coreia do Sul opera uma estação científica em uma plataforma na parte superior do monte submerso, tem um interesse especial no local, que se localiza apenas 150 km da ilha de Jeju.

De acordo com o jornal The Mainichi, o avião chinês não violou o espaço aéreo sul-coreano. A zona de identificação de defesa aérea, não definida por tratado ou acordo internacional, é simplesmente uma área que se estende na zona de alcance dos radares no território de um país, onde os aviões estrangeiros que se aproximam desse território podem ser identificados. Esta foi a sexta travessia dessa zona por aviões chineses neste ano, quase todos com aeronaves de reconhecimento Y-9.

O Ministério da Defesa e o Ministério das Relações Exteriores sul-coreanos apresentaram uma queixa ao governo chinês. O Ministério da Defesa apelou ao coronel chinês Zhou Yuming para que a China reconheça a gravidade da situação e tome medidas para garantir que isso não volta a ocorrer novamente.

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