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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Avião de espionagem chinês atravessa zona aérea sul-coreana sem avisar

Aeronave da Coreia do Sul intercepta avião militar chinês que entrou na zona de identificação de defesa aérea sul-coreana.


Sputnik

Mais uma vez, uma aeronave de reconhecimento chinesa fez disparar alarmes na Coreia do Sul, por voar perto da ilha Ieo, uma rocha submersa no mar Amarelo que abriga uma estação de pesquisa sul-coreana. Interceptadores sul-coreanos foram mobilizados para rastrear o avião.


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Shaanxi Y-9 | Reprodução

O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul informou nesta segunda-feira (29) que um avião militar chinês entrou na zona de identificação de defesa aérea do país sem aviso prévio, fazendo com que a Força Aérea enviasse caças F-15K e KF-16 para interceptá-lo, informou a agência de notícias Yonhap.

O avião foi identificado como uma aeronave de reconhecimento Shaanxi Y-9, um avião de transporte que pode ser reequipado para uma ampla variedade de funções, desde aeronave eletrônica até aeronave de alerta aéreo. O avião entrou na zona de identificação de defesa aérea sul-coreana (KADIZ, na sigla em inglês) às 10h03m, horário local, e saiu meia hora depois. Depois de virar para sul em direção à rocha de Socotra, o avião voltou e entrar na zona às 15h02m e permaneceu lá por um período mais longo.

"Ele voou por cerca de duas horas na KADIZ de um voo de duração total de cinco horas após ter entrado na KADIZ", disse um oficial da JCS à Yonhap.

A rocha de Socotra, também chamada Ilha Ieo em coreano, é uma rocha submersa que não é reivindicada por nenhuma nação, mas como a Coreia do Sul opera uma estação científica em uma plataforma na parte superior do monte submerso, tem um interesse especial no local, que se localiza apenas 150 km da ilha de Jeju.

De acordo com o jornal The Mainichi, o avião chinês não violou o espaço aéreo sul-coreano. A zona de identificação de defesa aérea, não definida por tratado ou acordo internacional, é simplesmente uma área que se estende na zona de alcance dos radares no território de um país, onde os aviões estrangeiros que se aproximam desse território podem ser identificados. Esta foi a sexta travessia dessa zona por aviões chineses neste ano, quase todos com aeronaves de reconhecimento Y-9.

O Ministério da Defesa e o Ministério das Relações Exteriores sul-coreanos apresentaram uma queixa ao governo chinês. O Ministério da Defesa apelou ao coronel chinês Zhou Yuming para que a China reconheça a gravidade da situação e tome medidas para garantir que isso não volta a ocorrer novamente.

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