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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Bolton diz que arsenal da China viola tratado sobre armas nucleares

O assessor de segurança nacional dos Estados Unidos, John Bolton, denunciou nesta terça-feira que o governo da China viola o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).


EFE

Moscou - Em entrevista coletiva em Moscou, Bolton explicou algo em torno de um terço ou metade do arsenal nuclear chinês viola o tratado assinado em 1987 entre a extinta URSS e os EUA.


EFE/ Sergei Ilnitsky
John Bolton | EFE/ Sergei Ilnitsky

Bolton destacou que atualmente "há uma nova realidade estratégica" que não está contemplada no tratado que data dos tempos da Guerra Fria. O assessor também mencionou a China e a Coreia do Norte como novas partes dessa realidade.

"Atualmente existe uma nova realidade estratégica e há novas necessidades e exigências que não fazem parte dos postulados do tratado existente", disse Bolton, ao acrescentar que essa nova situação preocupa da mesma maneira os russos e os americanos.

Segundo ele, os EUA ainda não fizeram uma "declaração oficial" de abandono do tratado INF, mas a denúncia deste acordo não destruirá a estabilidade estratégica, como não aconteceu com a saída de Washington do tratado sobre a defesa antimísseis.

"Veremos primeiro qual é a situação real. O tratado foi transgredido, está obsoleto e não abrange absolutamente todas as partes interessadas", analisou Bolton ao destacar que apenas os Estados Unidos cumpriram o INF.

"Só um país está constrangido pelo INF: os Estados Unidos", ressaltou.

Bolton declarou que a Rússia iniciou, em 2008, testes com mísseis de cruzeiro com um alcance proibido pelo INF e "tentou ocultar" a atividade. Os EUA denunciaram o caso em maio de 2013 e, desde então, o assunto se tornou ponto de discussão com o governo russo.

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