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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

'Caos total na área de armas nucleares': senador russo prevê consequências do fim do INF

Ao se retirarem do primeiro tratado de redução dos arsenais nucleares, os EUA destroem um dos pilares do equilíbrio estratégico, acredita o chefe do Comitê Internacional do Conselho da Federação (Senado) da Rússia, Konstantin Kosachev.


Sputnik

Na sequência da declaração de Donald Trump em que o presidente estadunidense revelou sua intenção de sair do histórico Tratado INF, o parlamentar russo advertiu que esse passo poderia acarretar consequências catastróficas e aumentar significativamente o risco de conflito nuclear.


Base militar americana com armas nucleares (foto de arquivo)
© AP Photo / Juan Carlos Llorca

"Pois em um conflito nuclear, que estará muito mais próximo após uma saída unilateral dos EUA do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, poucos conseguiriam sobreviver", escreveu ele na sua página do Facebook.

De acordo com ele, "não há dúvida nenhuma" que os norte-americanos estão buscando quaisquer oportunidades para destruir o sistema de acordos nucleares elaborado na época da Guerra Fria.

"Os EUA deixaram de precisar da paridade. Os norte-americanos estão visando uma supremacia militar unilateral no campo de armamentos nucleares e convencionais para impor sua vontade e seus interesses ao mundo", opinou o político, observando que esse processo começou ainda em 2002, com a saída do governo de George W. Bush do Tratado sobre Mísseis Antibalísticos e posterior expansão da OTAN.

O parlamentar fez questão de sublinhar que, embora ambas as partes tenham se acusado mutuamente de violar o acordo, as pretensões dos EUA continuam "vagas".

Enquanto isso, Moscou apresenta provas reais dessas violações: instalação dos sistemas de mísseis americanos na Polônia e Romênia, entre muitas outras, inclusive a construção de novos tipos de armamentos nucleares.

Ao falar das possíveis consequências "catastróficas" da saída, sublinhando que isso colocaria em risco toda a humanidade, Kosachev escreveu:

"Primeiro, do ponto de vista militar. Para os EUA será possível colocar mísseis de baseamento terrestre em proximidade imediata das fronteiras russas […] Vale ressaltar que, ao contrário do ano de 1987, se tratará não da Alemanha ou Holanda, mas da Polônia e dos países do Báltico, e isso significa centenas de quilômetros [mais perto] do ponto de vista das ameaças ao nosso território."

Além disso, argumentou, a eliminação desse acordo eliminaria todas as perspectivas de prolongar o tratado START, que expira em 2021, o que já pode acarretar o desmantelamento total do sistema de não proliferação nuclear e a ameaça de "caos total na área de armas nucleares".

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