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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Chefe de Inteligência do Egito vai se reunir com a liderança do Hamas

O chefe da inteligência egípcia, Abbas Kamel, fará uma visita à Faixa de Gaza na quinta-feira, onde se encontrará com a liderança do movimento Hamas para discutir a reconciliação israelo-palestina, disse uma fonte à Sputnik.


Sputnik

"Uma delegação do serviço de inteligência egípcio encabeçada pelo chefe do serviço de inteligência, brigadeiro-general Abbas Kamel, visitará a Faixa de Gaza na quinta-feira para se reunir com a liderança do movimento Hamas", disse a fonte, acrescentando que os lados discutirão o acordo de reconciliação com os israelenses.


Um soldado egípcio vigia a fronteira de Rafah, entre o sul da Faixa de Gaza e o Egito.
Fronteira de Rafah, entre o sul da Faixa de Gaza e o Egito © REUTERS / Ibraheem Abu Mustafa/Files

A fonte observou que a delegação também deveria visitar Israel, mas não especificou os objetivos da visita.

As tensões de longa data entre Israel e a Palestina aumentaram no final de março, quando os palestinos realizaram manifestações de protesto na fronteira de Gaza, controlada pelo Hamas desde 2007. Os tumultos nas fronteiras foram acompanhados pelo lançamento de balões incendiários e pipas queimadas com o objetivo de provocar incêndios em Israel.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ameaçou o Hamas com "golpes muito poderosos" se os ataques da Faixa de Gaza e a violência na fronteira continuarem.

Na sexta-feira, pelo menos sete palestinos foram mortos em confrontos com tropas israelenses perto da fronteira com a Faixa de Gaza. Os militares israelenses disseram que as tropas abriram fogo contra um grupo de militantes palestinos, que se aproximaram de um posto do exército e detonaram uma bomba.

O Egito tem trabalhado em conjunto com as Nações Unidas para aliviar as tensões entre os lados.

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