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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Chegou o tempo de 'responder' a abusos da China, afirma Casa Branca

Os EUA não permitirão ameaças a seus militares da parte da China relativamente à passagem de navios da Marinha norte-americana pelo mar do Sul da China, declarou o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, em entrevista à Salem Radio Network.


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"Nós não permitiremos ameaças a militares norte-americanos. Temos a intenção de manter as vias marítimas internacionais abertas. É o que os chineses devem entender", disse Bolton na entrevista, o texto da qual está no site da rádio.


Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton
John Bolton © Sputnik / Aleksei Vitvitsky

Ele sublinhou que a China há muito tempo que tem "abusado da ordem internacional", porém, agora para os EUA chegou o momento de "responder". Segundo as palavras do conselheiro, o Reino Unido e a Austrália tornaram mais frequentes suas passagens pelo mar do Sul da China, enquanto os EUA pensam em explorar recursos naturais nesta região, independentemente da cooperação com a China.

"Não é uma província chinesa e nunca será", acrescentou Bolton.

A China, assim como outros países da região (o Japão, o Vietnã e as Filipinas) tem algumas disputas quanto às fronteiras marítimas e zonas de responsabilidade no mar do Sul da China e no mar da China Oriental.

Para a China, as Filipinas e o Vietnã utilizam propositadamente o apoio dos EUA para escalar a tensão na região. Washington, por sua parte, afirma que Pequim está construindo ilhas artificiais, transformando-as em estruturas militares e ampliando assim as suas águas territoriais. A China nega as acusações.

Apesar dos protestos da China, os EUA declaram que vão navegar em todo o lado em que isso é permitido pelo direito internacional, dando a entender que não reconhecem a soberania da China sob as zonas disputadas.

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