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Gorbachov chama EUA para retomar diálogo com a Rússia sobre armas nucleares

O último presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachov, pediu que os Estados Unidos retomem um "diálogo sério" com a Rússia sobre o problema das armas nucleares e alertou contra as "perigosas tendências destrutivas" na política mundial, em artigo publicado nesta quarta-feira no jornal "Vedomosti".
EFE

Moscou - Após constatar uma ruptura da comunicação entre Moscou e Washington, o ex-líder soviético se dirigiu em particular aos congressistas americanos para pedir que deixem de lado suas diferenças partidárias para facilitar um "diálogo sério" entre ambos os países.


"Estou convencido de que a Rússia está preparada (para o diálogo)", ressaltou Gorbachov, que manifestou preocupação com a suspensão, primeiro pelos EUA e depois pela Rússia, do Tratado de Eliminação dos Mísseis de Médio e Curto Alcance (INF), que ele assinou em 1987 com o então presidente americano, Ronald Reagan.

Gorbachov apontou que por trás da decisão de Washington de deix…

Chegou o tempo de 'responder' a abusos da China, afirma Casa Branca

Os EUA não permitirão ameaças a seus militares da parte da China relativamente à passagem de navios da Marinha norte-americana pelo mar do Sul da China, declarou o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, em entrevista à Salem Radio Network.


Sputnik

"Nós não permitiremos ameaças a militares norte-americanos. Temos a intenção de manter as vias marítimas internacionais abertas. É o que os chineses devem entender", disse Bolton na entrevista, o texto da qual está no site da rádio.


Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton
John Bolton © Sputnik / Aleksei Vitvitsky

Ele sublinhou que a China há muito tempo que tem "abusado da ordem internacional", porém, agora para os EUA chegou o momento de "responder". Segundo as palavras do conselheiro, o Reino Unido e a Austrália tornaram mais frequentes suas passagens pelo mar do Sul da China, enquanto os EUA pensam em explorar recursos naturais nesta região, independentemente da cooperação com a China.

"Não é uma província chinesa e nunca será", acrescentou Bolton.

A China, assim como outros países da região (o Japão, o Vietnã e as Filipinas) tem algumas disputas quanto às fronteiras marítimas e zonas de responsabilidade no mar do Sul da China e no mar da China Oriental.

Para a China, as Filipinas e o Vietnã utilizam propositadamente o apoio dos EUA para escalar a tensão na região. Washington, por sua parte, afirma que Pequim está construindo ilhas artificiais, transformando-as em estruturas militares e ampliando assim as suas águas territoriais. A China nega as acusações.

Apesar dos protestos da China, os EUA declaram que vão navegar em todo o lado em que isso é permitido pelo direito internacional, dando a entender que não reconhecem a soberania da China sob as zonas disputadas.

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