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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Coalizão dos EUA mata 32 civis na Síria, segundo monitor

Ataques aéreos realizados pela coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos mataram ao menos 32 civis ao longo das últimas 24 horas na Síria, segundo um balanço divulgado nesta sexta-feira.


Sputnik

De acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), pelo menos 18 civis teriam sido mortos em consequência de bombardeios realizados na vila de Al-Susah na noite passada, incluindo sete crianças. Hoje, outros 14 civis teriam sido assassinados na mesma localidade. 


Ataque da coalizão liderada pelos EUA na Síria (arquivo)
Ataque da coalizão dos EUA na Síria © AP Photo / Maya Alleruzzo

Além dos civis, o OSDH relata a morte de outras oito pessoas na região nesta sexta-feira, sendo três supostos terroristas e cinco vítimas ainda não identificadas. Ontem, foram registradas outras seis mortes além dos civis já mencionados.

Desde o segundo semestre de 2014, os EUA lideram uma coalizão composta por dezenas de países contra o Daesh, o autoproclamado Estado Islâmico, no Iraque e na Síria. As ações dessa coalizão no território sírio, no entanto, ocorrem sem a aprovação do governo local ou do Conselho de Segurança das Nações Unidas, tornando-as ilegais do ponto de vista do direito internacional, segundo Damasco.

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