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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Coalizão dos EUA mata 32 civis na Síria, segundo monitor

Ataques aéreos realizados pela coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos mataram ao menos 32 civis ao longo das últimas 24 horas na Síria, segundo um balanço divulgado nesta sexta-feira.


Sputnik

De acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), pelo menos 18 civis teriam sido mortos em consequência de bombardeios realizados na vila de Al-Susah na noite passada, incluindo sete crianças. Hoje, outros 14 civis teriam sido assassinados na mesma localidade. 


Ataque da coalizão liderada pelos EUA na Síria (arquivo)
Ataque da coalizão dos EUA na Síria © AP Photo / Maya Alleruzzo

Além dos civis, o OSDH relata a morte de outras oito pessoas na região nesta sexta-feira, sendo três supostos terroristas e cinco vítimas ainda não identificadas. Ontem, foram registradas outras seis mortes além dos civis já mencionados.

Desde o segundo semestre de 2014, os EUA lideram uma coalizão composta por dezenas de países contra o Daesh, o autoproclamado Estado Islâmico, no Iraque e na Síria. As ações dessa coalizão no território sírio, no entanto, ocorrem sem a aprovação do governo local ou do Conselho de Segurança das Nações Unidas, tornando-as ilegais do ponto de vista do direito internacional, segundo Damasco.

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