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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Comando Conjunto apura denúncia de agressão de militares contra homens presos em operação no Rio de Janeiro

Oito homens teriam sofrido agressões após serem detidos durante operação no Complexo da Penha. Eles teriam sido levados para uma “sala vermelha” e sofrido golpes com pedaços de madeira.


Por G1 Rio

O Comando Conjunto da Forças Armadas instaurou nesta segunda-feira (29) um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a denúncia de que militares do Exército teriam torturado presos. De acordo com reportagem do jornal Extra na última sexta-feira (26), oito homens sofreram as agressões após serem detidos durante uma operação.

Resultado de imagem para Comando Conjunto da Forças Armadas

O objetivo do inquérito é apurar se houve “supostos excessos e abusos contra perturbadores da ordem pública”. Os oito suspeitos foram detidos com armas e drogas no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio.

Alguns deles teriam sido levados para uma “sala vermelha” e teriam sofrido golpes com pedaços de madeira e levado chicotadas com fios elétricos. Os episódios teriam acontecido na 1ª Divisão de Exército, na Vila Militar.

Os sete detidos foram levados para cadeias públicas e um deles foi apresentado na Vara da Infância e Juventude por ser menor de idade. Ainda de acordo com o Comando Conjunto, o prazo para a conclusão do IPM é de 40 dias, podendo ser prorrogado por mais 20 dias.


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