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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Comando Conjunto apura denúncia de agressão de militares contra homens presos em operação no Rio de Janeiro

Oito homens teriam sofrido agressões após serem detidos durante operação no Complexo da Penha. Eles teriam sido levados para uma “sala vermelha” e sofrido golpes com pedaços de madeira.


Por G1 Rio

O Comando Conjunto da Forças Armadas instaurou nesta segunda-feira (29) um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a denúncia de que militares do Exército teriam torturado presos. De acordo com reportagem do jornal Extra na última sexta-feira (26), oito homens sofreram as agressões após serem detidos durante uma operação.

Resultado de imagem para Comando Conjunto da Forças Armadas

O objetivo do inquérito é apurar se houve “supostos excessos e abusos contra perturbadores da ordem pública”. Os oito suspeitos foram detidos com armas e drogas no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio.

Alguns deles teriam sido levados para uma “sala vermelha” e teriam sofrido golpes com pedaços de madeira e levado chicotadas com fios elétricos. Os episódios teriam acontecido na 1ª Divisão de Exército, na Vila Militar.

Os sete detidos foram levados para cadeias públicas e um deles foi apresentado na Vara da Infância e Juventude por ser menor de idade. Ainda de acordo com o Comando Conjunto, o prazo para a conclusão do IPM é de 40 dias, podendo ser prorrogado por mais 20 dias.


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