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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Coreias e ONU iniciam conversações sobre desarmamento na fronteira

Reunião aconteceu em Panmunjom, que fica na Zona de Segurança Conjunta localizada entre os dois países.


France Presse

As duas Coreias e o Comando das Nações Unidas (UNC), que é liderado pelos Estados Unidos, iniciaram conversações nesta terça-feira (16) sobre a desmilitarização de parte da fronteira que divide a península, em um contexto de aproximação entre os dois países.

Comando das Nações Unidas liderado pelos EUA, sul-coreanos e norte-coreanos e oficiais militares participam de uma reunião no lado sul de Panmunjom, na Zona Desmilitarizada, nesta terça (16) — Foto: Ministério da Defesa da Coreia do Sul via AP
Comando das Nações Unidas liderado pelos EUA, sul-coreanos e norte-coreanos e oficiais militares participam de uma reunião no lado sul de Panmunjom, na Zona Desmilitarizada, nesta terça (16) — Foto: Ministério da Defesa da Coreia do Sul via AP

A primeira reunião entre o Sul, o Norte e o UNC sobre o desarmamento da Zona de Segurança Conjunta (ZSC) aconteceu nesta terça-feira em Panmunjom, informou o ministério sul-coreano da Defesa.

A ZSC de Panmunjom, localidade fronteiriça onde foi assinada a trégua da guerra da Coreia (1950-1953), é a única faixa da fronteira intercoreana, de 250 km de comprimento, na qual as tropas dos dois países têm posições de frente para o outro lado.

A zona foi considerada um espaço neutro até um incidente de assassinato em 1976, quando dois soldados americanos que acompanhavam operários responsáveis por derrubar uma árvore na Zona Desmilitarizada (DMZ) foram mortos por militares norte-coreanos.

As duas Coreias, que seguem tecnicamente em guerra, já que até hoje não foi assinado um tratado de paz oficial, concordaram em adotar medidas para reduzir a tensão militar na fronteira durante a reunião de cúpula entre o dirigente norte-coreano, Kim Jong-un, e o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, no mês passado em Pyongyang.

As duas partes começaram a retirar minas da ZSC, onde acontecem com frequência as reuniões entre os dois países.

O presidente sul-coreano é um firme defensor do diálogo com a Coreia do Norte, país submetido a sanções da ONU por seus programas nuclear e balístico.

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