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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Defesa russa expõe morte maciça por armas biológicas em experimentos do Pentágono

Os EUA difundiram um grande programa biológico-militar nos territórios dos países contíguos à Rússia, comunicou nesta quinta-feira (4), em briefing no Ministério da Defesa russo, o comandante das Forças de Proteção Nuclear, Biológica e Química, major-general Igor Kirillov.


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De acordo com ele, especialistas do ministério analisaram materiais publicados pelo ex-ministro de Segurança Pública da Geórgia, Igor Giorgadze, sobre a atividade dos EUA no Centro de Saúde Pública Richard Lugar, situado no povoado georgiano Alekseevka.

Especialistas em armas químicas e biológicas
© AFP 2018/ Daniel PIRIS

"O Centro de [Saúde Pública Richard] lugar é apenas um pequeno elemento do grande programa biológico-militar dos EUA. A operação ativa está difundida no território dos países contíguos à Rússia, onde também funcionam laboratórios controlados pelo Pentágono. A reconstrução dos prédios laboratoriais continua em curso no território da Ucrânia, Azerbaijão e Uzbequistão", assinalou.

Kirilov apontou que os EUA vêm afirmando que não estão elaborando armas biológicas no Centro de Saúde Pública Richard Lugar.

"No entanto, os documentos apresentados por Igor Giorgadze desmentem as declarações norte-americanas e confirmam as preocupações em relação à atividade ilegal dos EUA no território da Geórgia, inclusive tentando contornar vários termos da Convenção sobre as Armas Biológicas", reforçou.

Igor Kirillov trouxe à tona também relatórios sobre uso de cidadãos georgianos para testar remédio Sovaldi, da empresa norte-americana Gilead Sciences.

"Conforme os documentos apresentados, os testes resultaram na morte maciça de pacientes. E mesmo com a morte de 24 pessoas somente em dezembro de 2015, os testes clínicos continuaram sendo realizados, o que contradiz os padrões internacionais e a vontade dos pacientes, levando à morte de mais 49 pessoas", indicou.

De acordo com o comandante, nem mesmo em épocas de forte epidemia não morreu tanta gente assim nos hospitais.

Kirillov concluiu que muito provavelmente "os EUA efetuam tais atividades contornando acordos internacionais", e continuam elaborando às escondidas seu potencial biológico-militar.

"Isso se encaixa na concepção de guerra sem contato realizada pelos EUA. É demonstrada a possibilidade de equipamento de cápsulas com substâncias venenosas, radioativas, narcóticas, bem como com agentes infecciosos. Estas munições não fazem parte das armas convencionais de guerra humanitária", ressaltou.

Anteriormente, o ex-ministro de Segurança Pública da Geórgia, Igor Giorgadze, no decorrer de uma coletiva de imprensa em Moscou, afirmou que apelou para que o presidente dos EUA, Donald Trump, investigasse a atividade do centro Richard Lugar onde, de acordo com ele, estariam sendo realizados testes letais em pessoas. Giorgadze citou a morte de 30 pessoas, que teriam falecido em dezembro de 2015 ao serem tratadas com hepatite C no referido laboratório.

Além disso, segundo ele, em abril e agosto de 2016, morreram, respectivamente, 30 e 13 pessoas, que tiveram como motivo de morte escrito "desconhecido" em suas declarações de óbito. Nem mesmo os nomes dos mortos foram indicados, somente data de nascimento e sexo.

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