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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Deputado ucraniano diz por que país não será capaz de construir cruzador de mísseis

O secretário do Comitê de Defesa e Segurança Nacional da Suprema Rada, Ivan Vinnik, revelou por que o país não pode terminar a construção do seu próprio cruzador de mísseis.


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"Infelizmente, não posso aconselhar nenhuma solução positiva, pois na realidade as Forças Armadas da Ucrânia não podem se dar ao luxo de ter um navio de classe tão elevada do ponto de vista do preço, de terminar sua montagem e usá-lo plenamente", disse ele em uma entrevista a uma edição ucraniana.

Cruzador de mísseis Ukrayina no Estaleiro Naval de Nikolaev, Ucrânia
Cruzador de mísseis Ukrayina no Estaleiro Naval Nikolaev, Ucrânia © Sputnik / Sergei Mamontov

De acordo com ele, a construção do cruzador poderia "aumentar significativamente as capacidades" da Ucrânia no mar Negro. Entretanto, reconheceu que, mesmo caso receba os recursos necessários, o país não poderá garantir seu equipamento, pois não dispõe dos necessários sistemas de defesa antiaérea, de monitoramento, controle de fogo e defesa antimíssil.

O político relembrou que, inicialmente, o projeto foi elaborado em parceria entre Kiev e Moscou.

A construção desse navio, o 4º do projeto 1164 Atlant, começou em 1984 em Nikolaev, ainda no tempo da URSS. Passados seis anos, ele estava pronto em 75%, enquanto em 1993 passou a ser propriedade da Ucrânia.

Em 1998, as autoridades tentaram concluir a construção, mas se depararam com escassez de recursos. Depois, se discutiu a possibilidade de vender o navio para a Rússia. Já em 2013, a parte ucraniana propôs finalizar a construção do navio a o equipar na sequência em empresas russas, mas não conseguiu chegar a acordo com Moscou.

Em março de 2017, Pyotr Poroshenko assinou um decreto sobre a utilização do cruzador para fins civis.

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