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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Dinamarca acusa Inteligência iraniana de planejar atentado em seu território

A polícia da Dinamarca acusou nesta terça-feira o Serviço de Inteligência do Irã de planejar um atentado em território dinamarquês contra membros da oposição iraniana e informou que prendeu uma pessoa envolvida no caso.


EFE

Copenhage - O detido é um cidadão norueguês de origem iraniana que foi capturado no dia 21 de outubro e que está em prisão preventiva, suspeito de iniciar "operações de inteligência iranianas" na Dinamarca e de participar dos preparativos de um ato terrorista.


Agentes dinamarquesas em foto de maio de 2018. EPA/MARTIN SYLVEST DENMARK
Agentes dinamarquesas em foto de maio de 2018. EPA/MARTIN SYLVEST DENMARK

"O caso trata da atividade da inteligência iraniana, que acreditamos que planejava um atentado na Dinamarca", disse o chefe do serviço secreto dinamarquês (PET), Finn Borch Andersen.

O alvo do atentado era um grupo de iranianos que mora na cidade de Ringsted e pertence ao Movimento de Luta Árabe pela Libertação de Ahvaz (ASMLA). O líder desse grupo separatista na Dinamarca recebeu proteção policial quando o PET descobriu uma ameaça concreta contra ele.

Em setembro, a medida foi ampliada para outras duas pessoas da unidade dinamarquesa do ASMLA, conforme foi divulgado hoje.

O PET vinculou o caso à uma grande operação policial realizada em 28 de setembro, principalmente em Copenhague, um episódio que provocou um corte temporário das comunicações e que não tinha sido totalmente esclarecido até o momento.

A polícia afirmou na época que tinha acontecido uma confusão ao vincular os ocupantes de um carro com a ameaça dirigida a um grupo de pessoas, que a imprensa dinamarquesa relacionou à ASMLA.

O detido nega as acusações. Por sua vez, a polícia dinamarquesa, que contou com a ajuda dos Serviços de Inteligência da Suécia e da Noruega, considera que ainda existe o risco da realização de um atentado.

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