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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Documento 'secreto' de Israel detalha plano russo para salvar Irã das sanções, diz mídia

Segundo referências de um documento secreto do Ministério das Relações Exteriores de Israel, citado pela edição israelense Mako, Rússia irá ajudar Irã a construir um mecanismo para contornar as sanções dos Estados Unidos.


Sputnik

O mecanismo teria sido aceito pelos chefes de Estado da Rússia, Irã e Turquia no âmbito da cúpula trilateral na capital iraniana no dia 7 de setembro.


Documento secreto do MRE de Israel descreve como a Rússia planeja ajudar Irã a subverter novas sanções dos EUA contra o petróleo iraniano; como vai funcionar?​

A autora da matéria, Dana Weiss, publicou no Twitter que Teerã irá entregar seu petróleo para as refinarias russas no mar Cáspio, e então o hidrocarboneto será enviado para o mercado internacional como russo. A jornalista adiciona que a criação desta estratégia será apoiada pelos países europeus que querem manter o acordo nuclear com Irã.

Em uma declaração conjunta entre cinco países-membros (Grã-Bretanha, Alemanha, França, China, Rússia) e Irã, foi informado que a UE criaria um sistema financeiro para realizar transações com Teerã, ignorando, dessa forma, as sanções dos EUA.

Em 14 de julho de 2015, o Irã junto com seis países (Rússia, EUA, Grã-Bretanha, China, França e Alemanha), chegou a um acordo histórico sobre a resolução do problema nuclear iraniano, onde foi adotado o Plano Conjunto de Ação Integral (JCPOA), cuja execução cancelou sanções econômicas e financeiras anteriormente impostas ao Irã pelo Conselho de Segurança da ONU, Estados Unidos e União Europeia.

Em maio, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou saída de Washington do acordo nuclear e aplicação de sanções contra o Irã e contra qualquer país que mantenha negociações com o país árabe. Os integrantes, que não saíram do acordo, continuam desenvolvendo medidas para proteger suas empresas das sanções americanas.

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