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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Documento 'secreto' de Israel detalha plano russo para salvar Irã das sanções, diz mídia

Segundo referências de um documento secreto do Ministério das Relações Exteriores de Israel, citado pela edição israelense Mako, Rússia irá ajudar Irã a construir um mecanismo para contornar as sanções dos Estados Unidos.


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O mecanismo teria sido aceito pelos chefes de Estado da Rússia, Irã e Turquia no âmbito da cúpula trilateral na capital iraniana no dia 7 de setembro.


Documento secreto do MRE de Israel descreve como a Rússia planeja ajudar Irã a subverter novas sanções dos EUA contra o petróleo iraniano; como vai funcionar?​

A autora da matéria, Dana Weiss, publicou no Twitter que Teerã irá entregar seu petróleo para as refinarias russas no mar Cáspio, e então o hidrocarboneto será enviado para o mercado internacional como russo. A jornalista adiciona que a criação desta estratégia será apoiada pelos países europeus que querem manter o acordo nuclear com Irã.

Em uma declaração conjunta entre cinco países-membros (Grã-Bretanha, Alemanha, França, China, Rússia) e Irã, foi informado que a UE criaria um sistema financeiro para realizar transações com Teerã, ignorando, dessa forma, as sanções dos EUA.

Em 14 de julho de 2015, o Irã junto com seis países (Rússia, EUA, Grã-Bretanha, China, França e Alemanha), chegou a um acordo histórico sobre a resolução do problema nuclear iraniano, onde foi adotado o Plano Conjunto de Ação Integral (JCPOA), cuja execução cancelou sanções econômicas e financeiras anteriormente impostas ao Irã pelo Conselho de Segurança da ONU, Estados Unidos e União Europeia.

Em maio, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou saída de Washington do acordo nuclear e aplicação de sanções contra o Irã e contra qualquer país que mantenha negociações com o país árabe. Os integrantes, que não saíram do acordo, continuam desenvolvendo medidas para proteger suas empresas das sanções americanas.

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