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Trump diz que novas sanções dos EUA sobre Irã miram líder supremo

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que os Estados Unidos estão impondo novas sanções sobre o Irã, em meio a uma escalada nas tensões entre os dois países.
Por Steve Holland | Reuters 
WASHINGTON: Trump disse a repórteres que as sanções, que têm como alvo o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, são em resposta à derrubada de um drone norte-americano na semana passada.

Embaixador: EUA ficarão na Síria até quando o presidente americano quiser

Os Estados Unidos vão permanecer na Síria até quando o presidente norte-americano achar necessário, segundo afirmou hoje, durante coletiva de imprensa em Genebra, o embaixador Robert Wood, representante permanente dos EUA na Conferência sobre Desarmamento.


Sputnik

"Nós estamos na Síria para lutar contra o terrorismo e nos preparamos para ficar lá até quando o presidente sentir que é necessário", disse Wood sobre a potencial retirada das forças norte-americanas da república árabe. 

Embaixador americano Robert Wood, representante permante dos EUA na Conferência sobre Desarmamento, durante coletiva de imprensa nos escritórios das Nações Unidas em Genebra; 19 de abril de 2018
Robert Wood © AFP 2018/ Fabrice COFFRINI

Na última terça-feira, o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, afirmou que o número de diplomatas americanos na Síria já é duas vezes maior do que o normal, o que indicaria que o foco de Washington no país teria mudado, não tendo mais as operações militares como preocupação principal, já que a guerra contra os grupos terroristas que lá atuam estaria perto do fim.

Um dia anterior, o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, destacou que a posição de Moscou sobre essa questão continua a mesma, que é a de considerar ilegal a presença não autorizada de forças estrangeiras na Síria.

Os EUA lideram uma coalizão internacional com dezenas de países que atua há anos com o objetivo de combater o grupo extremista Daesh no Iraque e na Síria. A presença dessa coalizão no território sírio, no entanto, não tem aprovação nem do governo local nem do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sendo assim considerada ilegítima tanto por Damasco como por seus parceiros.

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