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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Especialista comenta alegado envolvimento de militares iranianos com S-300 na Síria

A afirmação de que os sistemas S-300 fornecidos à Síria irão alegadamente ser operados por especialistas militares iranianos é um mero elemento da guerra de informação, anunciou à Sputnik o diretor do Centro de Análise do Comércio Mundial de Armas da Rússia, Igor Korotchenko.


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O portal israelense DEBKAfile, citando uma fonte anônima, comunicou que os sistemas de defesa antiaérea S-300 fornecidos à Síria irão ser operados por especialistas iranianos.

Sistemas russos S-300 durante os treinamentos bilaterais de grande escala da defesa antiaérea e da aviação da Região Militar Ocidental
S-300 Favorit © Sputnik / Ministério da Defesa da Rússia

"Esta notícia não passa de desinformação, um elemento da guerra informacional contra a Rússia. É uma tentativa de denegrir a Rússia. Os sistemas S-300 fornecidos à Síria serão dotados de guarnições sírias, que, depois de acabarem a preparação, começarão a operar os sistemas de combate", disse Korotchenko.

Para ele, se os EUA e Israel quiserem se aproveitar dessa falsificação para lançar um ataque de grande escala contra as posições dos S-300, isso pode provocar uma crise político-militar muito grave, análoga à crise dos mísseis de Cuba, com todas as consequências para os autores da provocação.

Os sistemas S-300 foram a resposta da Rússia à tragédia do avião russo Il-20 derrubado na Síria, pela qual Moscou responsabiliza Tel Aviv visto que, no momento do abate, aeronaves israelenses atacavam posições sírias. No início de outubro, o ministro da Defesa russo comunicou que quatros sistemas S-300 já tinham sido entregues à Síria e que os militares locais iriam ser treinados durante três meses para os operarem.

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