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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Estratégia engenhosa: por que Pentágono não poupa elogios às armas russas?

Ontem (10), a mídia estadunidense relatou que o Pentágono teria reconhecido a supremacia dos sistemas de mísseis e artilharia russos no que se refere ao alcance. Um especialista em assuntos militares russo comentou à Sputnik com que objetivo isso poderia ter sido declarado.


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O chefe do comando do Exército dos EUA para desenvolvimentos inovadores, general John M. Murray, citado pela edição Business Insider, teria dito:

"Os russos, e os chineses em muitos aspectos também, são capazes de superar a maioria dos nossos sistemas."

Míssil balístico intercontinental Topol-M é mostrado durante o fórum militar EXÉRCITO 2018
Míssil balístico intercontinental russo Topol-M © Sputnik / Ekaterina Nenakhova

Na opinião do alto responsável militar, o fato de a Rússia ter ativamente desenvolvido sua artilharia com sucesso é um "toque de despertar" para o Pentágono.

Em uma conversa com o serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista russo em assuntos militares e diretor comercial da revista Arsenal Otechestva, Aleksei Leonkov, analisou as palavras do general norte-americano.

"Devemos sempre considerar tais declarações, digamos, sob duas perspectivas. Por um lado, quando eles elogiam nossas armas, desse jeito eles assustam o público norte-americano: nós temos isso e eles não. Ou seja, nesse momento eles pedem dinheiro para criar sistemas novos. Quando, ao contrário, falam mal de nosso armamento, isso quer dizer que já receberam dinheiro e estão elaborando novos sistemas", ironiza Leonkov.

De acordo com o especialista, na comparação dos parâmetros de diferentes sistemas de combate é muito importante ser concreto.

"Se falarmos concretamente de tal parâmetro como o alcance, alguns dos nossos sistemas realmente disparam bastante longe e superam os análogos norte-americanos. Há também sistemas que, nesse parâmetro, são inferiores aos estadunidenses, mas os superam em alguma outra coisa. Aqui é importante falar concretamente, e se eles dizem 'em geral', não se trata de um quadro muito preciso. Devemos considerar suas palavras como uma parte da mesma campanha de propaganda 'Nos deem dinheiro para novos projetos'", resumiu o analista.

Mais cedo, a edição The National Interest comunicou que o Comando de Operações Especiais do Exército dos EUA pretende começar a financiar a produção de armas russas nos EUA e já convidou empresas estadunidenses que possam "descobrir e melhorar a tecnologia da metralhadora Kalashnikov, da metralhadora modernizada de grande calibre NSV Utes e fazer suas cópias".

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