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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

EUA começam exercícios militares 'globais' de dissuasão nuclear

O Comando Estratégico dos EUA (USSTRATCOM) anunciou o início dos exercícios militares anuais das Forças Nucleares Estratégicas – o Global Thunder 2019 (Trovão Global 2019).


Sputnik

De acordo com uma declaração feita pelo USSTRATCOM na segunda-feira (29), as manobras estão sendo realizadas para "refrear, localizar e, se necessário, evitar ataques estratégicos contra os EUA e seus aliados". Os exercícios visam determinar a prontidão das unidades militares envolvidas na dissuasão nuclear.


Soldado das Forças Armadas dos EUA
© flickr.com/ U.S. Army / Venessa Hernandez

"A tríade nuclear é a base da dissuasão estratégica. Nossas tropas devem estar preparadas para executar ordens em qualquer lugar do mundo quando for necessário", afirmou o general John Hyten.

Hyten observou que as manobras Global Thunder são multinacionais e pretendem unir os EUA, seus aliados e parceiros políticos e militares, incluindo a Austrália, Reino Unido, Dinamarca, Canadá e Coreia do Sul.

Estes exercícios são os primeiros desde que os EUA anunciaram que sairiam do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) — tratado firmado com a Rússia na época da Guerra Fria — alegando que Moscou havia violado o pacto. Na semana passada, a Rússia tentou preservar o tratado em um projeto de resolução que apresentou no Primeiro Comitê da Assembleia Geral da ONU, argumentando que o pacto é necessário para a segurança internacional. No entanto, a maioria dos países votou contra a proposta.

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