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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

EUA deixam acordo nuclear com a Rússia pois sonham com mundo unipolar, diz fonte

O presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu retirar o país do Tratado de Forças Nucleares de Faixa Intermediária (INF) por causa dos sonhos de Washington de um mundo unipolar, disse à Sputnik uma fonte do Ministério de Relações Exteriores russo neste sábado (20).


Sputnik

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou durante um discurso em Nevada que pretende retirar seu país do tratado INF e acusou a Rússia de violar o acordo.


Presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma sessão da Assembleia Geral, em Nova York, em 26 de setembro de 2018
Donald Trump © AP Photo/ Evan Vucci

"O principal motivo é o sonho do mundo unipolar. Isso se tornará realidade? Não.", disse a fonte da chancelaria russa à Sputnik.

A fonte ainda acrescentou que o movimento dos EUA estava em plena sintonia com o atual curso político dos EUA, que estaria destinado a retirar-se dos acordos internacionais que coloquem em risco o "excepcionalismo" de Washington nas relações internacionais.

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