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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

EUA preveem enviar mais de 5 mil militares para fronteira sul, diz imprensa

O governo dos Estados Unidos deve enviar até 5 mil militares adicionais à fronteira com o México para responder à chegada da caravana de milhares de imigrantes que partiu de Honduras, informaram nesta segunda-feira veículos de imprensa americanos.


EFE

Washington - De acordo com fontes oficiais citadas pelos jornais americanos, o Departamento de Defesa permitirá o envio dessas tropas para fazer frente à caravana de 7 mil imigrantes, a maioria deles procedentes de Honduras, que se encontra no México e avança para o norte com a intenção de chegar ao território americano.


EFE/María de la Luz Ascencio
EFE/María de la Luz Ascencio

A informação revelada hoje pela imprensa chega depois que o Departamento de Defesa anunciou na última sexta-feira que autorizava o Departamento de Segurança Nacional (DHS, na sigla em inglês) a ampliar a "assistência" militar na região, sem oferecer mais detalhes.

O presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu hoje no Twitter que as forças armadas aguardam a chegada da caravana.

"Isso é uma invasão de nosso país e nossas Forças Armadas estão esperando!", tuitou Trump, que insistiu que "muitos criminosos e algumas pessoas muito más" estão entre os imigrantes.

"Por favor, deem meia-volta, não serão admitidos nos EUA a menos que sigam o processo legal", ressaltou o presidente.

A imprensa tinha indicado anteriormente que o governo preparava uma autorização para enviar entre 800 e mil militares ativos à fronteira sul.

Trump ordenou em abril o envio da Guarda Nacional - uma força militar de reserva - à fronteira em resposta às notícias sobre outra caravana de imigrantes, que começou seu percurso no sul do México.

Atualmente, de acordo com os últimos números divulgados pelo Departamento de Defesa no fim de agosto, 2.200 soldados permanecem na região, principalmente no estado do Texas, para dar apoio à segurança na fronteira.

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