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Trump diz que novas sanções dos EUA sobre Irã miram líder supremo

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que os Estados Unidos estão impondo novas sanções sobre o Irã, em meio a uma escalada nas tensões entre os dois países.
Por Steve Holland | Reuters 
WASHINGTON: Trump disse a repórteres que as sanções, que têm como alvo o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, são em resposta à derrubada de um drone norte-americano na semana passada.

Força Aérea dos EUA precisará de novas bombas para enfrentar Rússia ou China, diz mídia

Especialistas da Força Aérea americana acreditam que caso os EUA desejem enfrentar potências, tais como Rússia e China, então precisarão de tecnologia avançada, além de bombas flexíveis e mais potentes.


Sputnik

Segundo o diretor de munições do Laboratório de Pesquisa da Força Aérea (AFRL, na sigla em inglês), Dr. John S. Wilcox, "no momento há uma mudança no percurso, minimizando para maximizar os efeitos em uma batalha final, […] já que ainda terão de lidar com diversas ameaças, procurando criar grandes munições com grandes efeitos".


Mísseis de cruzeiro AGM-158 JASSM são lançados dirante as manobras da Força Aérea dos EUA (foto de arquivo)
Míssil de cruzeiro AGM-158 JASM lançado de um F-16 Fighting Falcon © AFP 2018 / Força Aérea dos EUA

Além disso, a Força Aérea está trabalhando rapidamente no desenvolvimento de bombas capazes de causarem grandes impactos durante o ataque, além de munições de rendimento variável e bombas de alto rendimento, o que, de acordo com especialistas, poderia mudar o rumo das ameaças globais.

Um estudo recentemente realizado pelo The Mitchell Institute aponta Rússia e China como possíveis ameaças a serem combatidas, já que ambos os países analisaram as estratégias de combate dos EUA por décadas.

Wilcox compartilha da mesma opinião e afirma que para eliminar tais ameaças, os EUA precisarão de munições potentes para efetuar um ataque aéreo preciso e massivo de alto poder de destruição.

Em relatório elaborado por especialistas da Força Aérea dos EUA, é afirmado que as bombas são praticamente as mesmas durante os últimos 100 anos, entretanto alguns elementos modernos fazem a diferença no efeito das munições, como por exemplo, a fragmentação, o impacto e a explosão.

Sendo assim, o foco da produção deve ser em explosivos que serão compostos por uma combinação de aquecimento, explosão e fragmentação, suficientemente potente para destruir qualquer ameaça, afirma Stutzhiem à revista The National Interest.

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