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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Força Aérea dos EUA precisará de novas bombas para enfrentar Rússia ou China, diz mídia

Especialistas da Força Aérea americana acreditam que caso os EUA desejem enfrentar potências, tais como Rússia e China, então precisarão de tecnologia avançada, além de bombas flexíveis e mais potentes.


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Segundo o diretor de munições do Laboratório de Pesquisa da Força Aérea (AFRL, na sigla em inglês), Dr. John S. Wilcox, "no momento há uma mudança no percurso, minimizando para maximizar os efeitos em uma batalha final, […] já que ainda terão de lidar com diversas ameaças, procurando criar grandes munições com grandes efeitos".


Mísseis de cruzeiro AGM-158 JASSM são lançados dirante as manobras da Força Aérea dos EUA (foto de arquivo)
Míssil de cruzeiro AGM-158 JASM lançado de um F-16 Fighting Falcon © AFP 2018 / Força Aérea dos EUA

Além disso, a Força Aérea está trabalhando rapidamente no desenvolvimento de bombas capazes de causarem grandes impactos durante o ataque, além de munições de rendimento variável e bombas de alto rendimento, o que, de acordo com especialistas, poderia mudar o rumo das ameaças globais.

Um estudo recentemente realizado pelo The Mitchell Institute aponta Rússia e China como possíveis ameaças a serem combatidas, já que ambos os países analisaram as estratégias de combate dos EUA por décadas.

Wilcox compartilha da mesma opinião e afirma que para eliminar tais ameaças, os EUA precisarão de munições potentes para efetuar um ataque aéreo preciso e massivo de alto poder de destruição.

Em relatório elaborado por especialistas da Força Aérea dos EUA, é afirmado que as bombas são praticamente as mesmas durante os últimos 100 anos, entretanto alguns elementos modernos fazem a diferença no efeito das munições, como por exemplo, a fragmentação, o impacto e a explosão.

Sendo assim, o foco da produção deve ser em explosivos que serão compostos por uma combinação de aquecimento, explosão e fragmentação, suficientemente potente para destruir qualquer ameaça, afirma Stutzhiem à revista The National Interest.

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