Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

'Forças Armadas tomarão medidas': Pequim adverte contra tentativas de secessão em Taiwan

As forças armadas chinesas tomarão todas as medidas para evitar que Taiwan tente se separar formalmente da China, disse o ministro da Defesa chinês, Wei Fenghe nesta quinta-feira.


Sputnik

"Se alguém tentar separar Taiwan da China, as forças armadas chinesas tomarão medidas a qualquer preço", disse Wei Fenghe no fórum de segurança Xiangshan, realizado em Pequim. Ele, porém, acrescentou que "as forças armadas chinesas sempre se apegam ao caminho pacífico do desenvolvimento e nunca se envolverão em uma corrida armamentista ou expansão militar".


Navios militares de Taiwan
Navios da Marinha de Taiwan © AP Photo / Wally Santana

"O objetivo estratégico do nosso desenvolvimento militar sempre foi claro e transparente. As forças armadas chinesas estão comprometidas com o caminho pacífico do desenvolvimento. Nós, na China, amamos e valorizamos a paz. É por isso que o caminho pacífico do desenvolvimento se tornou a nossa política governamental. Os militares nunca se tornarão uma ameaça a outros países. Independentemente do nosso nível de desenvolvimento, não buscaremos hegemonia, não nos envolveremos em nenhuma expansão militar ou corrida armamentista", afirmou.

"A China é contra a mentalidade da Guerra Fria, a corrida armamentista e o egoísmo de alguns países. A China busca se agarrar à abertura e à inclusão, ao invés do confronto e da criação de alianças", acrescentou o ministro.

As relações oficiais entre as autoridades centrais chinesas e Taiwan cessaram em 1949, quando o governo do Kuomintang, liderado por Chiang Kai-shek, fugiu para Taipé após ser derrotado pelo Partido Comunista Chinês, estabelecendo a República da China na ilha. Os contatos informais foram retomados em 1980. Pequim não reconhece a independência de Taiwan e afirma que a ilha faz parte do seu território. Taiwan também não reconhece o governo central em Pequim.

A China tem repetidamente apelado a outros países para cortar seus laços com Taiwan. Pequim já criticou os Estados Unidos por manter relações diplomáticas informais com Taiwan, apesar de formalmente aderir à política da "China Única".

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas