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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Iemenitas fogem pelo Mar Vermelho para escapar da guerra

Milhares de famílias fizeram a perigosa viagem ao Djibuti a partir do Iêmen, onde o governo permite que os refugiados vivam em um acampamento ou na capital.


Pars Today

Desesperados para escapar da guerra no Iêmen, milhares de famílias fizeram a perigosa viagem através do Mar Vermelho até o Djibuti, informou a Al-Jazeera.

Iemenitas fogem pelo Mar Vermelho para escapar da guerra

Isso pode significar mais de 10 horas em um passeio de barco extenuante e agências de ajuda sobrecarregadas não são capazes de oferecer muito apoio àqueles que chegam.

A vida é muito dura no que já é um país muito pobre no Chifre da África, mas os refugiados sentem que não podem ir para casa até que "a situação mude".

A Arábia Saudita e alguns de seus aliados regionais lançaram uma devastadora campanha militar contra o Iêmen em março de 2015, com o objetivo de trazer de volta o governo de Hadi de volta ao poder e esmagar o movimento Houthi Ansarullah do país.

Cerca de 15.000 iemenitas foram mortos e outros milhares ficaram feridos desde o início da agressão liderada pelos sauditas.

Os ataques das forças de coalizão lideradas pela Arábia Saudita não conseguiram impedir que os iemenitas resistissem à agressão. Recentemente, o exército iemenita revelou suas plataformas de lançamento de mísseis subterrâneos caseiros.

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