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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Imprensa: EUA ainda precisam de 8 anos para terminar seu novo míssil de cruzeiro nuclear

O presidente dos EUA Donald Trump afirmou recentemente que o país continuará a desenvolver seu estoque de armas nucleares até que a Rússia e a China, duas nações nucleares, "retomem a razão". Porém, levará pelo menos oito anos até que os EUA consigam terminar o desenvolvimento de seu novo míssil nuclear.


Sputnik

O míssil de cruzeiro nuclear conhecido como LRSO (Long-Range Stand-Off, em inglês), uma arma estratégica vital no arsenal dos EUA, está apenas no primeiro ano de seu desenvolvimento, previsto para 9 anos, disse um executivo sênior da Lockheed Martin ao portal Military.com


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Long Range Stand Off (LRSO) Missile


O LRSO deverá substituir o míssil de cruzeiro de lançamento aéreo ALCM (Air-launched cruise missile, em inglês), desenvolvido nos anos 1980.

Segundo o vice-presidente executivo da construtora, Frank St. John, o programa de desenvolvimento do míssil prevê nove anos e depois cinco anos de produção.

Houve discussões para acelerar o processo de produção da arma, mas, de acordo com Frank St. John, a fase de desenvolvimento poderá ser reduzida no máximo em alguns meses.

Quando se trata do desenvolvimento de um míssil de tanta importância, o prazo não pode simplesmente ser cortado pela metade, ressalta o dirigente. É que o ritmo de desenvolvimento do míssil depende do ritmo do desenvolvimento da carga, explica St. John, e seria inútil ter a armas antes de ter a respetiva carga.

Mesmo quanto o desenvolvimento estiver completo, "há muitos trabalhos de simulação que continuam", além de protocolos de certificação, que levam muito tempo, diz o executivo.

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