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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Imprensa: EUA ainda precisam de 8 anos para terminar seu novo míssil de cruzeiro nuclear

O presidente dos EUA Donald Trump afirmou recentemente que o país continuará a desenvolver seu estoque de armas nucleares até que a Rússia e a China, duas nações nucleares, "retomem a razão". Porém, levará pelo menos oito anos até que os EUA consigam terminar o desenvolvimento de seu novo míssil nuclear.


Sputnik

O míssil de cruzeiro nuclear conhecido como LRSO (Long-Range Stand-Off, em inglês), uma arma estratégica vital no arsenal dos EUA, está apenas no primeiro ano de seu desenvolvimento, previsto para 9 anos, disse um executivo sênior da Lockheed Martin ao portal Military.com


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Long Range Stand Off (LRSO) Missile


O LRSO deverá substituir o míssil de cruzeiro de lançamento aéreo ALCM (Air-launched cruise missile, em inglês), desenvolvido nos anos 1980.

Segundo o vice-presidente executivo da construtora, Frank St. John, o programa de desenvolvimento do míssil prevê nove anos e depois cinco anos de produção.

Houve discussões para acelerar o processo de produção da arma, mas, de acordo com Frank St. John, a fase de desenvolvimento poderá ser reduzida no máximo em alguns meses.

Quando se trata do desenvolvimento de um míssil de tanta importância, o prazo não pode simplesmente ser cortado pela metade, ressalta o dirigente. É que o ritmo de desenvolvimento do míssil depende do ritmo do desenvolvimento da carga, explica St. John, e seria inútil ter a armas antes de ter a respetiva carga.

Mesmo quanto o desenvolvimento estiver completo, "há muitos trabalhos de simulação que continuam", além de protocolos de certificação, que levam muito tempo, diz o executivo.

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