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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

'Inimigo da paz mundial': Evo Morales manda mensagem para Trump

O presidente boliviano, Evo Morales, chamou os Estudos Unidos de país inimigo da paz mundial depois de Trump ter dito querer sair de tratado nuclear histórico que EUA têm com a Rússia.


Sputnik

"Trump ameaça mandar suas tropas para a fronteira com o México, contra milhares de migrantes centro-americanos, depois de anunciar a saída dos EUA do tratado com a Rússia sobre forças nucleares de alcance intermediário. Assim EUA se constituem em inimigos da paz mundial e dos direitos humanos", twittou Morales.


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Evo Morales | Reprodução

Trump foi fortemente criticado pela decisão, que será submetida à aprovação do Congresso dos EUA, pelo ex-líder soviético Mikhail Gorbachev, que assinou o tratado histórico com o então presidente norte-americano Ronald Reagan. O Kremlin chamou a jogada dos EUA de "perigosa".

Na terça-feira (23), o conselheiro de segurança nacional dos EUA, John Bolton, declarou que Washington ainda não tomou uma decisão final sobre a instalação de mísseis norte-americanos na Europa após o recente anúncio quanto ao Tratado INF.

"Estamos muito longe de qualquer decisão sobre esse tipo de pergunta", disse Bolton a repórteres em uma coletiva de imprensa, subsequente ao encontro com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou.

"O problema é que agora há mísseis da Rússia, que violam INF, na Europa. A ameaça não é a saída americana do Tradado INF, a ameaça é que mísseis russos já estão instalados", acrescentou. "Em uma possibilidade conceptual de universalizar o tratado, sim, isso é algo que pensamos ainda em 2004, e alguns esforços foram empenhados para ver se seria possível estender o tratado […] mas todos falharam", disse Bolton.

Na semana passada, Donald Trump anunciou que os Estados Unidos poderiam vir a se retirar do Tratado INF, porque Moscou estaria violando o acordo. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, refutou as alegações de Trump e enfatizou que a Rússia seria forçada a tomar medidas para se proteger se os Estados Unidos começarem a desenvolver encoberta ou abertamente armas que são proibidas pelo acordo.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou na segunda-feira (22) que Moscou decidirá posicionamento quanto à questão assim que os Estados Unidos fornecerem esclarecimentos oficiais sobre a decisão de Trump, reforçando que quaisquer ações de Washington nessa área serão revidadas.

O Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário foi assinado em 1987, entre o líder norte-americano, Ronald Reagan, e o líder soviético, Mikhail Gorbachev, prevendo a eliminação dos mísseis balísticos e de cruzeiro, tanto nucleares como convencionais, com alcance correspondente a um intervalo entre 500 e 5.500 km.

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