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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Israel exigirá novas armas dos EUA em resposta aos S-300 na Síria, prevê analista

Após a entrega dos sistemas russos S-300 à Síria, Jerusalém irá pressionar Washington para fornecer novas armas, disse à Sputnik Árabe o professor e especialista egípcio em assuntos israelenses, Muhammad Ali.


Sputnik

Segundo o analista, a recente declaração no Facebook do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, sobre o direito de autodefesa do país confirma sua suposição.

Presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
Donald Trump e Benjamin Netanyahu © REUTERS / Ariel Schalit/Pool

"Israel entende que, após a entrega do S-300 à Síria, não será mais capaz de fornecer assistência emergencial aos militantes, como fazia antes, atacando instalações militares sírias do ar", disse o especialista.

Tel Aviv está perdendo instrumento de influência na situação síria, por isso agora todos os esforços serão direcionados para receber novo armamento, destaca.

"Donald Trump não está interessado em construir um confronto com a Rússia na Síria. O presidente americano está agora ocupado com inúmeros problemas e crises dentro de seu próprio país. Além disso, a agitação não diminuiu após a transferência da embaixada americana para Jerusalém", confirmou o professor.

Na terça-feira (2), o premiê israelense agradeceu aos EUA pelo apoio incondicional ao direito do Estado judeu em sua autodefesa, além da ajuda militar.

"Agradeço ao governo e ao Congresso dos EUA pelo compromisso com Israel e pelo pacote de assistência americana para a próxima década", acrescentou o chefe de Gabinete israelense.

Um memorando assinado em 2016 entre Israel e EUA sobre a cooperação em segurança prevê a assistência de Washington a Jerusalém no valor de US$ 38 bilhões (R$ 146 bilhões) no período de 2019 a 2028.

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