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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
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"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

James Mattis diz que Assad terá que ser 'tirado do poder' eventualmente

O presidente da Síria, Bashar Assad, terá que ser "tirado do poder" porque perdeu credibilidade, disse o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, durante uma discussão no Instituto de Paz dos EUA, em Washington.


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"Nós vemos a razão pela qual acredito que eventualmente Assad terá que ser retirado do poder", disse Mattis nesta terça-feira (30).


Mattis
James Mattis © AP Photo/ Carolyn Kaster

"Não creio que qualquer eleição realizada sob os auspícios do regime sírio tenha qualquer credibilidade com o povo sírio ou com a comunidade internacional", acrescentou.

Os Estados Unidos estão comprometidos em apoiar as forças locais na Síria e encontrar o acordo através do processo de Genebra, acrescentou Mattis.

Ele também criticou os esforços da Rússia para garantir a paz na Síria, afirmando que eles "não produziram nada que valha a pena".

A Rússia afirmou repetidamente que o destino do líder sírio em exercício deve ser decidido exclusivamente pelo povo sírio. Ao mesmo tempo, muitos oficiais ocidentais, especialmente os norte-americanos, insistiram em uma renúncia de Assad, chamando-a de pré-condição principal para o assentamento sírio.

Em meados de setembro, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, anunciou que o governo alemão não poderia imaginar uma solução política de longo prazo com Assad permanecendo no poder. No entanto, Maas não acredita que a saída de Assad seja um pré-requisito obrigatório para a participação da Alemanha na reconstrução do país.

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