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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Jornal alemão explica por que EUA necessitam do 'estatuto especial' de Donbass

A Ucrânia prolongou, de novo, até 2019, a vigência da lei sobre o estatuto especial das regiões de Donetsk e Lugansk, mostrando que as autoridades de Kiev não pretendem ouvir a voz das repúblicas rebeldes, escreve o jornal alemão Junge Welt.


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O jornal sublinha que o estatuto especial de Donbass é uma ficção. Supõe-se que este deve ser estabelecido após a realização de eleições regionais segundo a legislação ucraniana. No entanto, na realidade, isso pode pôr fim a ambas as repúblicas.


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Instrutores dos EUA chegam à Ucrânia | Reprodução

De acordo com a mídia, o problema consiste em que essa lei, formalmente, se baseia nos Acordos de Minsk, que preveem a retirada dos armamentos, uma anistia e outras facilidades para os moradores das duas regiões, medidas que devem ter tomadas por parte da Ucrânia. A questão é que Kiev não quer ouvir falar sobre isso, sendo sua posição apoiada pelos EUA.

Se a lei não fosse prolongada, a Ucrânia automaticamente se converteria em parte que viola os Acordos de Minsk. Nesse caso, é bem possível que a questão fosse resolvida por meios militares, o que levaria a uma guerra. Caso isso aconteça, o mais provável é que o resultado seja negativo para as autoridades de Kiev, escreve a edição.

Ora, os parceiros ocidentais da Ucrânia, especialmente os EUA, não desejam tal cenário. É vantajoso para eles que a situação permaneça "congelada" e que esta "ferida" na fronteira com a Rússia continue sangrando, pois consome recursos e pode ser agravada em qualquer momento se for preciso.

Nessa conexão, os EUA continuam estimulando o renascimento do nacionalismo, permitindo, por exemplo, introduzir a saudação fascista no Exército, aponta o artigo.

"O renascimento da saudação fascista é uma espécie de chouriço para o nacionalismo, que agora o cão de guarda ucraniano de Washington está petiscando. Deixam o cachorro ladrar e até mesmo o incentivam. Mas ainda não tem direito de morder", conclui a edição.

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