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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Jornal alemão explica por que EUA necessitam do 'estatuto especial' de Donbass

A Ucrânia prolongou, de novo, até 2019, a vigência da lei sobre o estatuto especial das regiões de Donetsk e Lugansk, mostrando que as autoridades de Kiev não pretendem ouvir a voz das repúblicas rebeldes, escreve o jornal alemão Junge Welt.


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O jornal sublinha que o estatuto especial de Donbass é uma ficção. Supõe-se que este deve ser estabelecido após a realização de eleições regionais segundo a legislação ucraniana. No entanto, na realidade, isso pode pôr fim a ambas as repúblicas.


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Instrutores dos EUA chegam à Ucrânia | Reprodução

De acordo com a mídia, o problema consiste em que essa lei, formalmente, se baseia nos Acordos de Minsk, que preveem a retirada dos armamentos, uma anistia e outras facilidades para os moradores das duas regiões, medidas que devem ter tomadas por parte da Ucrânia. A questão é que Kiev não quer ouvir falar sobre isso, sendo sua posição apoiada pelos EUA.

Se a lei não fosse prolongada, a Ucrânia automaticamente se converteria em parte que viola os Acordos de Minsk. Nesse caso, é bem possível que a questão fosse resolvida por meios militares, o que levaria a uma guerra. Caso isso aconteça, o mais provável é que o resultado seja negativo para as autoridades de Kiev, escreve a edição.

Ora, os parceiros ocidentais da Ucrânia, especialmente os EUA, não desejam tal cenário. É vantajoso para eles que a situação permaneça "congelada" e que esta "ferida" na fronteira com a Rússia continue sangrando, pois consome recursos e pode ser agravada em qualquer momento se for preciso.

Nessa conexão, os EUA continuam estimulando o renascimento do nacionalismo, permitindo, por exemplo, introduzir a saudação fascista no Exército, aponta o artigo.

"O renascimento da saudação fascista é uma espécie de chouriço para o nacionalismo, que agora o cão de guarda ucraniano de Washington está petiscando. Deixam o cachorro ladrar e até mesmo o incentivam. Mas ainda não tem direito de morder", conclui a edição.

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