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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Kiev concentra armas pesadas perto da linha de contato

As Forças Armadas da Ucrânia estão concentrando armamento pesado perto da linha de contato em Donbass, declarou na quarta-feira (31) o representante oficial da Milícia Popular de Lugansk, Andrei Marochko.


Sputnik

"As Forças Armadas da Ucrânia continuam a posicionar armas pesadas perto da linha de contato, ignorando os Acordos de Minsk e os compromissos internacionais assumidos", informou o representante oficial da República Popular de Lugansk (RPL), Andrei Marochko.


Canhão antitanque MT-12 Rapira das Forças Armadas da Ucrânia
Canhão antitanque MT-12 Rapira da Ucrânia © AFP 2018 / Sergei Bobok

Ele explicou que, de acordo com os dados da Milícia Popular, na região do povoado de Novozvanovka, na zona de responsabilidade da 14ª brigada mecanizada das Forças Armadas da Ucrânia, foi detectada a presença de dois canhões antitanque Rapira de calibre 100 mm e três tanques T-64.

"A situação na zona de responsabilidade da Milícia Popular permanece tensa, mas controlada", disse Marochko.

Em 2014, as autoridades ucranianas iniciaram uma operação militar contra as repúblicas populares de Donetsk e de Lugansk, que declararam sua independência depois do golpe do Estado que ocorreu na Ucrânia em 2014. Segundo as últimas estimativas da ONU, as ações militares em Donbass resultaram na morte de mais de 10 mil pessoas.

Em fevereiro de 2015, as partes em conflito assinaram os acordos de paz de Minsk para acabar com os combates na região, mas a situação permaneceu tensa, com as duas partes acusando-se mutuamente de violações do cessar-fogo.

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