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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Manobras britânicas de grande escala visam treinar 'resistência' à Rússia, diz mídia

O Exército britânico efetuará em Omã os exercícios Saif Sareea 3, os maiores desde 2001, comunicou o jornal britânico The Times.


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Segundo o cenário das manobras, o papel de "inimigo" convencional será desempenhado por um destacamento motorizado de reconhecimento composto por 150 homens, que agirá em conformidade com a tática militar russa. Veículos blindados britânicos imitarão os poderosos tanques russos Т-72, segundo The Times.

Militares britânicos em Vilnius, Lituânia
Militares britânicos © AP Photo / Mindaugas Kulbis

"Tentaremos aprender a fazer frente a exércitos que podem ser melhor equipados, ter melhor preparação e que nos colocam as tarefas mais difíceis", declarou um representante da sede de comando dos exercícios.

Os Saif Sareea 3 terão lugar no último trimestre de 2018. Das manobras participarão mais de 5 mil militares, 200 veículos blindados, 7 navios, 8 caças, bem como mil drones, com um preço unitário avaliado em 1.300 dólares (cerca de 5.000 reais).

Nos últimos anos, a Rússia tem denunciado a atividade sem precedentes dos países da OTAN perto das suas fronteiras ocidentais. A Aliança está multiplicando as suas ações e chama isso de "contenção da agressão russa".

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, sublinhou mais de uma vez que a Rússia não representa ameaça para ninguém, porém não deixará sem atenção as ações potencialmente perigosas para seus interesses.

Em setembro, a Rússia realizou, em conjunto com a China e Mongólia, as manobras militares Vostok 2018, as maiores da moderna história russa. Elas envolveram mais de 300 mil militares e cerca de 36 mil unidades de equipamento e armamento (mais de mil aviões, cerca de 80 navios, helicópteros, drones, tanques, veículos blindados de transporte e outros).

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