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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Marinha brasileira resgata refugiados sírios no Mediterrâneo

Trinta e dois refugiados foram resgatados neste mês (11 de outubro) na costa do Líbano pela Fragata Liberal, embarcação brasileira que integra a Força-Tarefa Marítima da missão da ONU no país. Os socorridos estavam à deriva há três dias, devido à falta de combustível. No barco, já não havia nem comida nem água. O navio transportava sete crianças e seis mulheres. Passageiros tentavam chegar ao Chipre.


ONU

Trinta e dois refugiados foram resgatados neste mês (11 de outubro) na costa do Líbano pela Fragata Liberal, embarcação brasileira que integra a Força-Tarefa Marítima da missão da ONU no país. Os socorridos estavam à deriva há três dias, devido à falta de combustível. No barco, já não havia nem comida nem água. O navio transportava sete crianças e seis mulheres. Os passageiros informaram que eram da Síria e que tentavam chegar ao Chipre.


Barco que levava sírios para o Chipre ficou à deriva por três dias, devido à falta de combustível. Foto: Ministério da Defesa
Barco que levava sírios para o Chipre ficou à deriva por três dias, devido à falta de combustível. Foto: Ministério da Defesa

O barco dos refugiados foi localizado a cerca de 75 quilômetros da capital do Líbano, Beirute. A Fragata Liberal, que pertence à Marinha do Brasil, foi acionada pela Força-Tarefa Marítima para realizar o resgate. Enquanto aguardavam a chegada da Marinha libanesa, as forças navais brasileiras ofereceram alimentos, assistência médica e água para os sírios.

Em setembro de 2015, a corveta brasileira Barroso, que estava a caminho para missão da FTM, também resgatou 220 imigrantes no Mar Mediterrâneo.

Desde 2011, a Marinha brasileira comanda a Força-Tarefa, braço naval da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL). O contingente marítimo é composto por navios também da Alemanha, Grécia, Indonésia, Bangladesh e Turquia.

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