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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Ministério: Israel não aprecia S-300 na Síria, mas não pode cessar operações militares ali

Israel não está satisfeito com o surgimento dos S-300 na Síria, mas não pode deixar de efetuar operações militares no país vizinho, afirmou nesta quarta-feira (3), em entrevista à estação de rádio local Reka o ministro da Defesa israelense, Avigdor Lieberman.


Sputnik

O titular comentou pela primeira vez a declaração de seu homólogo russo, Sergei Shoigu, sobre a entrega dos sistemas de defesa antiaérea para a Síria como medida de resposta ao incidente trágico com o avião russo Il-20.

Sistemas antiaéreos russos S-300 durante o ensaio do desfile militar em Ekaterinburgo (foto de arquivo)
S-300 Favorit © Sputnik / Pavel Lisitsyn

O avião de reconhecimento russo com 15 militares a bordo foi abatido por engano no dia 17 de setembro pela defesa antiaérea síria durante a retaliação de um ataque conduzido pela aviação israelense, que Moscou responsabilizou pelo incidente.

"Não posso dizer que estamos satisfeitos com a presença dos S-300 [na Síria]. Mas é um assunto em que não temos saída. É impossível não tomar decisões", assinalou Lieberman.

O ministro reforçou que Israel "só defende seus interesses vitais", estando em uma situação em que "não pode se permitir quaisquer compromissos em tudo o que tem a ver com seus interesses na área da segurança".

Além disso, Avigdor Lieberman afirmou que a Rússia e Israel precisam restabelecer "relações normais" na Síria, expressando seu pesar por Moscou se recusar a aceitar as explicações de Israel quanto ao não envolvimento na tragédia com o avião russo.

"O objetivo mais importante de hoje é voltar ao regime de trabalho normal, coordenação, empregar mais ativamente a linha telefônica especial para prevenir situações de conflito. É preciso trabalhar", concluiu o ministro israelense.

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