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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Ministra da Defesa da Holanda diz que país está em 'ciberguerra' com Rússia

A Holanda está em uma "guerra cibernética" com os russos, disse a ministra da Defesa do país, Ank Bijleveld. Recentemente, a Holanda frustrou um ataque de hackers contra a Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), expulsando 4 cidadãos russos do seu território.


Sputnik

A ministra Bijleveld falou de uma "guerra cibernética" durante um programa de televisão do canal WNL, que saiu ao ar neste domingo (14).

Hacker (foto referencial)
© Sputnik / Aleksei Malgavko

"Essas pessoas tentam influenciar nossa vida diária normal, nossa democracia, de várias maneiras", afirmou a ministra.

Isto foi, de acordo com Bijleveld, uma importante razão para expor a alegada ação dos russos na OPAQ.

"Nós também temos que tomar medidas", observou. Enquanto isso, vale ressaltar que as sanções europeias contra a Rússia vão expirar em janeiro.

"Temos que olhar de perto o que faremos com essas sanções", afirmou a ministra. Além disso, a Holanda deve "analisar objetivamente como pode aumentar a sua resiliência", expressou. Ao ser perguntada se o seu país se encontra em "ciberguerra" com Moscou, a titular da pasta respondeu: "Sim, este é o caso."

Aliás, a ministra comunicou que os Países Baixos tinham oferecido a ajuda de seus "cibersoldados" à OTAN.

Mais cedo (4), o Reino Unido alegou que a Diretoria Principal de Inteligência dos militares russos era "quase certamente" responsável por uma série de ataques cibernéticos que visavam instituições políticas, meios de comunicação e empresas em todo o mundo. No mesmo dia, o Ministério da Defesa holandês alegou que seus serviços de inteligência haviam impedido um ataque cibernético contra a OPAQ, com sede em Haia, supostamente perpetrada por quatro cidadãos russos portadores de passaportes diplomáticos.

Representante Permanente do Reino Unido junto à OPAQ, Peter Wilson disse que Londres e seus aliados trabalharão para atualizar as sanções pelo uso de armas químicas, agressão no ciberespaço e violação dos direitos humanos.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia refutou as alegações, dizendo que as alegações eram parte de outro ato de propaganda contra a Rússia.

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