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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Moscou: instalação de sistemas Mk-41 pelos EUA na Polônia e Romênia contradiz tratado INF

A instalação dos sistemas de lançamento de mísseis Mk-41 pelos EUA no território da Romênia e Polônia contradiz o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF, na sigla em inglês), declarou o chefe do Departamento para a Não Proliferação e Controle de Armamentos da chancelaria russa, Vladimir Ermakov.


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"Há também sérias perguntas no que diz respeito às ações dos nossos colegas norte-americanos que contradizem o tratado INF, incluindo a instalação terrestre dos sistemas de lançamento universais Mk-41 na Romênia e Polônia", declarou Ermakov durante debate geral do Primeiro Comitê da Assembleia Geral da ONU.

Sistema de lanzamiento vertical MK-41
Sistema de lançamento vertical Mk-41 | CC0 / US Navy / Leah Stiles

Além disso, ele declarou que a Rússia está pronta para discutir o prolongamento do Tratado START-3 (Tratado sobre a Redução de Armas Estratégicas, assinado pela Rússia e EUA em 2010) por mais cinco anos se todas as questões sobre seu cumprimento forem acordadas pelos EUA.

Segundo o diplomata, a Rússia insiste no desenvolvimento de um acordo jurídico para proibição da instalação de armas nucleares no espaço pela ameaça do início de uma corrida armamentista espacial e por minar a segurança e estabilidade globais.

Em maio de 2018, o presidente norte-americano, Donald Trump, acusou a Rússia de violar o tratado INF e ordenou que o secretário de Estado, Mike Pompeo, preparasse propostas de restrições em relação à Rússia por causa de supostas violações.

O Kremlin, por sua vez, declarou que a Rússia nunca violou o acordo.

Assinado em 1987, o Tratado INF surgiu para eliminar mísseis balísticos e de cruzeiro, nucleares ou convencionais, com alcance entre 500 e 5.500 quilômetros. Além disso, o acordo permite que qualquer uma das partes inspecione instalações militares da outra.

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